Todos os sábados, à partir das 21hs (horário de Brasília), a Webradio Balanço apresenta o programa Arquivo do Samba Rock.


Muito Samba Rock da melhor qualidade, acompanhado das informações retiradas dos arquivos de nossa equipe !!!!



Ouçam em:
http://webradiobalanco.com/

  No player na página da Webradio Balanço:
https://www.facebook.com/WebradioBalanco/app_180810088654561

Em seu celular, via aplicativo Tune In.

Ou nos links alternativos:
http://originalfunkmusic.com/?page_id=4109

http://tunein.com/radio/Web-Radio-Balanço-s156639/



 

Arquivo do Samba Rock.
Sábados, 21hs na Webradio Balanço.
Com reprise aos domingos, também às 21hs.


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"O DJ deve ter sensibilidade para saber o que o pessoal quer dançar", conta --ensinamento que não anda muito respeitado por aí... Se a popularização da dance music faz com que figurões ganhem o equivalente a um carro 0 km por parcas duas horas de labuta, a situação vivida por seu Osvaldo era bem diferente. "Ih, não dava muito dinheiro. Era apenas um extra que eu complementava com o salário de outros trabalhos."

No currículo, constam 12 anos na Philco, na fabricação de televisores, período que desembocou na aposentadoria, em 1980. Mas o pioneirismo de seu Osvaldo já estava cristalizado e consolidado há tempos e foi recuperado pelo livro "Todo DJ Já Sambou" (ed. Conrad; esgotado), de Claudia Assef.

"Foi ele quem começou toda essa história. Ele fazia as pessoas felizes e assim tornou-se uma referência nos anos 60", conta o experiente Tony Hits, que há 35 de seus 53 anos é DJ de samba-rock em São Paulo.

Não queria dançar

A figura do DJ como alguém que utiliza toca-discos para embalar festas ganhou vida com Jimmy Saville, na Inglaterra, em 1947. Nos EUA, a idéia só tomou forma na década de 50. No Brasil, até 1958 os bailes eram animados ou por orquestras e grandes bandas ou amigos dos donos de salão, que se revezavam para colocar os discos que queriam ouvir, sem critério, ordem ou constância.

Seu Osvaldo freqüentava esses bailes, mas "não me interessava em dançar. Eu queria mesmo era ajudar a escolher as músicas que iriam tocar".

Aos 22 anos, em 1954, após completar um curso por correspondência de rádio e TV promovido pela National School, dos EUA, seu Osvaldo ganhou um emprego na Elétro Fluorescentes Arpaco Ltda., loja de equipamentos eletrônicos no nº 209 da r. Guaianazes, na esquina com a r. Vitória, em São Paulo. O dono do estabelecimento, um armênio simpático que falava cinco línguas e atendia por Sharom, foi com a cara do tímido Osvaldo e delegou-lhe uma importante tarefa: "Ele queria que montássemos amplificadores de alta fidelidade, que estavam chegando ao mercado".

A abastada clientela de Sharom voltava das viagens ao exterior com equipamentos de última geração e levava à loja para que Osvaldo montasse e construísse caixas de som adequadas. "Nós aproveitávamos para tirar cópias do diagrama [a estrutura do equipamento e suas peças]. Aí fazíamos nós mesmos aparelhos iguais e vendíamos na loja."

Apaixonado por música, seu Osvaldo aproveitou o conhecimento adquirido na loja para construir seu próprio equipamento de som: um toca-discos movido a válvula.

Orquestra Invisível

Com o potente aparelho, em meados de 1958 ele foi convidado a colaborar com o som de casamentos e de aniversários na região da Vila Guilherme (zona norte de SP). Ali passou a ficar como "efetivo" no manuseio das bolachas. Era ele quem comandava as músicas do início ao fim das festas.

No ano seguinte, foi chamado para tocar em um "piquenique" em Itapevi (Grande SP) --entre aspas porque esse piquenique não envolvia cesto de comida, toalha na grama e clima romântico. "Piquenique era uma espécie de rave da época."

A fama de seu Osvaldo crescia no circuito "clubber" da São Paulo do final dos anos 50. Ganhou o cargo de DJ oficial do Club 220, que rolava nas tardes de domingo no 17º andar do edifício Martinelli, centro de SP. Batizou suas performances de Orquestra Invisível Let's Dance --depois alterada para High Fidelity Let's Dance.

O passo seguinte foi uma residência aos sábados à noite no salão Ambassador (hoje Green Express), na av. Rio Branco.

"As festas ficavam cheias, e foi aí que perceberam que se podia ganhar dinheiro fazendo bailes à noite, sem orquestra."

Com intervalo

O custo para montar uma noite com orquestra era muito mais caro do que com o som mecânico do seu Osvaldo, que levava o próprio equipamento ao local do baile com a ajuda de um táxi e de três auxiliares.

Muitos clubes da cidade passaram a promover festas que varavam a madrugada: Devaneio, Ás de Ouro (na Casa Verde), Pérola Negra (Imirim). "O número de festas aumentou muito. Eu chegava a ter a agenda lotada por três meses", lembra, saudoso, dos tempos em que o DJ tinha que se apresentar vestindo terno e gravata.

Com apenas um toca-discos, era inevitável um intervalo entre as músicas, interrompendo a dança. Seu Osvaldo então construiu um mixer para "colar" uma canção na outra, sem paradas. Mas a recepção não foi a esperada. "O pessoal não gostou da música ininterrupta. Os rapazes queriam que tivesse intervalo, para poder trocar de damas." O mixer nunca mais foi usado por seu Osvaldo.

Sem tango

Foxtrote, samba-canção, chachachá, rumba, algum bolero. Da vitrola de seu Osvaldo, saía quase tudo. Apenas tango não entrava de jeito nenhum. "Tocava tango apenas nos casamentos do bairro. Nas festas na cidade, nunca."

Frank Sinatra, Ray Charles, Glenn Miller, Benny Goodman e Ted Heath eram alguns dos hits do DJ. "Mas o que causava frisson era Ray Conniff", diz.

A carreira de DJ de seu Osvaldo durou dez anos. Em 1968, deixou os toca-discos em casa para o trabalho na Philco e o sustento da mulher e dos cinco filhos (depois, casou-se novamente e teve dois rebentos).

Após 1968, ele voltou a discotecar por duas vezes. No lançamento do livro "Todo DJ Já Sambou", em 2003, e em uma noite no extinto clube Soul Sister, no Itaim Bibi, em 2005.

Mas as lembranças de seu Osvaldo ainda permanecem fresquinhas. "Era comum os rapazes pedirem para eu 'reprisar' alguma música, porque eles queriam tentar conquistar uma mulher. Até me traziam uma cuba libre para agradecer."

Fonte: Folha On Line

A História do Primeiro DJ” conta a história de Osvaldo Pereira por meio da trilha sonora de Ray Conniff passando por James Brown e Drum´n Bass. Participação especial do DJ Patife.
Entrevistas: Osvaldo Pereira, Tadeu Pereira, Grandmaster Ney, Tony Hits e Claudia Assef

Direção: Alexandre de Melo

Roteiro: Alexandre de Melo e Filipe dos Santos

Imagem e direção de fotografia:  Luiz Henrique dos Santos

Edição: Douglas Siqueira

Produção: Fabio Ruocco, Pedro Moioli, Tâmara Lambert, Paulo kobayashi, Alexandre de Melo

Orientadora: Egle Spinelli

Universidade Anhembi Morumbi/ Superviver

Trailer do curta-metragem documentário “Maestro Invísivel – A História do Primeiro DJ”, dirigido por Alexandre de Melo.


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Este LP foi o primeiro da carreira destes meninos que logo mais iriam se separar talvez até por ma orientação de seus empresários visando tão somente o lucro em cima deles.
Why Do Fools Fall In Love foi um tremendo sucesso em 1956 que acompanhado de outros sucessos como I Want You To Be My Girl, Baby, Baby citando apenas os sucessos de bailes lhes rendeu este LP para juntar todos estes sucessos em uma só gravação e uma turnê pela Europa onde  Frankie Lymon partiria para uma carreira solo e entrando em declínio, vindo a falecer de over dose de heroína em 1968 no banheiro da casa de sua avó.




A
1. Why Do Fools Fall In Love? (Lyman, Merchant, Santiago)
2. Please Be Mine (Levy, Lymon)
3. Who Can Explain? (Alfred, Silver)
4. Share (Abrams, Merchant)
5. Love Is A Clown (Goldner)
6. I Promise To Remember (Castor, Smith)

B
1. I Want You To Be My Girl (Santiago)
2. I'm Not A Know It All (Kaye, Spellman)
3. Baby, Baby (Moore, Subotsky)
4. The ABC's Of Love (Barrett, Levy)
5. Am I Fooling Myself Again (Levy)
6. I'm Not A Juvenile Delinquent (Bobby Spencer)



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O sucesso das pistas “I Saw Linda Yesterday” foi lançado pela primeira vez em compacto em 1962 de la pra Ca foram varias regravações como por exemplo esta que é de 1990.



Lado A
Stay True Baby.
Good Lovin'.
Memories Never Grow Old.
Dreamy Nights.
Fool, Fool, Fool.
Hey Heart.
Life In A Teenage World.
Travelin' Man.
Tell Laura I Love Her.

Lado B
I Saw Linda Yesterday.
Patches.
She's Walking Away.
Don't Wanna Think About Paula.
Party Doll.
She Wants To Be Bobby's Girl
Marie.
Ten Million Faces.
A Girl I Used To Know.


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Testando um novo servidor deixe seu recado quanto a este novo servidor 
Dica do site 
Cobra Negra  




Cin cin.
Un momento ancora



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Erlon Chaves iniciou sua carreira de cantor apresentando-se em um programa infantil da rádio Difusora de São Paulo, cantando, quando era muito menino. Foi ator mirim no filme Quase no céu. Começou seus estudos de música no Conservatório Musical Carlos Gomes, se formando em piano no ano de 1950. Estudou canto e harmonia, sendo orientado pelos maestros Luís Arruda Paes, Renato de Oliveira e Rafael Pugliese. Com a versão do calipso Matilda de Harry Belafonte, fez sucesso no final dos anos 1950.
Trabalhou na TV Excelsior - canal 9, de São Paulo. Em 1965, foi para o Rio de Janeiro, indo para a TV Tupi - Canal 6 e a TV Rio - canal 13. Foi diretor musical da TV Rio, sendo um dos responsáveis e autor do Hino do Fic, música de abertura do Festival Internacional da Canção, em 1966. Em 1968 acompanhou a cantora Elis Regina, que iria se apresentar para o exigente público do Olympia, de Paris.

Em 1970, durante o V Fic, transmitido pela TV Globo, regeu um coral de quarenta vozes, que mais tarde passou a chamar-se Banda Veneno, que acompanhou Jorge Ben ou Jorge Ben Jor. Cantou a canção Eu também quero mocotó, que estava fazendo sucesso; e foi acusado de assédio moral após uma cena em que é beijado por diversas loiras em apresentação na etapa internacional. Foi acusado pela ditadura militar brasileira. Neste festival estava presente o presidente da república, general Emílio Garrastazu Médici.

A imagem do povo brasileiro feliz seria veiculada para o mundo, em cores para a Europa e Estados Unidos da América. A ditadura militar brasileira não deixa dúvida, queria manter música e o espetáculo deste festival em prol da imagem que deveria ser painel para o mundo. Nesta época, Erlon Chaves estava namorando a então Miss Brasil de 1969, Vera Fischer.
O Erlon Chaves faleceu de infarto fulminante quando discutia (dizem que defendia) com um grupo de forma emocionada a polêmica em torno dos acontecimentos com o Wilson Simonal, aos 40 anos.




Lado 1:
01- I love you baby
02- The girl from Paramaribo
03- If you never say goodbye
04- Pop concerto show
05- Viens avec nous (Triangle) / Floy joy (W. Robinson)
06- Concerto pour un eté “Concerto para um verão”

Lado 2:
01- Velvet mornings
02- Rock and roll Lullaby
03- Money runner
04- Day after day
05- Long ago tomorrow


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Em bate papos com alguns parceiros da antiga que davam bailes sempre ouvimos que tal musica em outra edição saiu mais grave ou mais agudo, só pra citar um exemplo, em bates papos com o parceiro Dom Baia ele fala que uma das edições do Rock House (Ray Charles 45) é mais grave e como esse parceiro é um expert  em Black Music quem sou eu pra duvidar até porque este Best Of  que to postando  reforça o que o Dom Baia diz, as musicas  Java, Sugar Lips e Cotton Candy nesta edição são mais graves que nas edições originais.



Side 1
Java
Stranger in Paradise
Bourbon Street Parade
The Best Man
Stella by Starlight
Holiday for Trumpet

Side 2
I Love Paris
Sugar Lips
Poor Butterfly
Cotton Candy
Love Makes the World Go Round
When the Saints Go Marching In


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Samba Pesado

by SANDÁLIA DE PRATA

4070572943-1

Digital Album

Immediate download of 12-track album in your choice of MP3 320, FLAC, or just about any other format you could possibly desire.

Free Download

1.O Pescador 03:22

2.Dida 04:15

3.Sandalia de Prata - Reza Forte 02:55

4.Gildete 03:05

5.Samba Pesado (instrumental) 04:01

6.Malandragem 03:49

7.Zumbi 04:42

8.Despertar 03:41

9.Sou do Samba 03:45

10.Letícia 03:56

11.Vou mandar pastar 03:55

12.Sapato de Ouro 03:39

 

Visite www.sandaliadeprata.com.br/


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Eis ai outra raridade que bem poucos tinham, trilha sonora do filme Johnny Cool de 1963 a musica Bee bom agitou as pistas dos bailes.
Na época tocávamos apenas ela, mas hoje escutando com calma quem sabe não achamos mais algumas rasteirinhas.



A1   The Lizard
A2   Window Washer
A3   Dare's Affair
A4   Borrow A Knife
A5   Johnny Cool Theme
A6   Morning In Balboa

B1   Nice Quiet Saloon
B2   Green Tables Blues
B3   The Coolest Pad
B4   Juan Coolisto
B5   Bee Boom
Vocals - Sammy Davis Jr.
Written-By - Les Vandyke
B6   The Ballad Of Johnny Cool
Vocals - Sammy Davis Jr.

 Written-By - Sammy Cahn, Jimmy Van Heusen


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Tárik de Souza sobre este disco. Grande álbum, ritmos brasileiros variados com uma levada mais funkeada e improvisos jazzísticos, Dom Salvador quebrando no piano e a banda Abolição trazendo uma amostra do que iria desaguar no movimento Black Rio.
“ Este não é apenas um disco seminal, recuperado pelo trabalho meticuloso do titã pesquisador Charles Gavin. É um estuário. Todos os rios negros que formaram o funk/hip hop nativo confluem para ele. Comandado pelo pianista paulista Salvador Silva Filho, o Dom Salvador, Som, Sangue e Raça, de 1971, um ano depois da explosão de Tim Maia, cataliza a formação bossa nova & jazz do lider com rhythm & blues de integrantes como o saxofonista Oberdã Magalhães, sobrinho do mestre do samba enredo Silas de Oliveira e futuro líder da Banda Black Rio, que desde o grupo Impacto 8 (entre outros Robertinho Silva, bateria, Raul de Souza, trombone) já vinha tentando agregar MPB com Stevie Wonder & James Brown. Entram ainda na mistura samba, sotaque nordestino e até o lado negro gato da Jovem Guarda representado pela presença autoral de Getúlio Cortes (irmão do posterior Gerson King Combo, o nosso James Brown cover) em Hei Você!, uma das faixas mais destacadas. Além destes elementos e da presença de Rubão Sabino (baixo), que ainda se assinava Rubens, do baterista Luis Carlos (outro que integraria a Black Rio), o disco arregimenta o trompete e flugelhorn do músico de sinfônica Darcy no lugar do original Barrosinho (mais um fundador da BR), que estava excursionando durante a gravação, mas seria o titular da banda.

Egresso do Beco das Garrafas e a caminho dos EUA, para onde se mudaria em definitivo ainda nos 70, Dom Salvador liderou o Copa Trio ao lado do baixista Gusmão e do batera Dom Um Romão. O grupo serviria de suporte para as decolagens de Elis Regina e Jorge Ben (antes do Jor), entre outros. Formou também o Rio 65 Trio com o baterista Edison Machado. O noneto Abolição (aí incluído o vocal de sua esposa, Mariá) foi uma saída para o desgastado formato trio da bossa nova. E não só. Cada faixa de Som, Sangue e Raça é diferente da anterior por conta de um cuidadoso trabalho de fusão de elementos sonoros até contraditórios como o pique folk de retreta de Folia de Reis moldado em acordeom, sopros (até tu, tuba?) e uma intrusa cuíca. Moeda, Reza e Cor tem um encadeamento de sopros que lembra os arranjos de Gil Evans para Miles Davis, mas logo deságua num solo de piano funkiado pelo baixo elétrico. Samba do Malandrinho levado pianinho (no elétrico digitar de Don Salvador) remete para a bossa nova com direito a improvisos jazzísticos.

Já Tio Macrô, repleto de reviradas de sopro e contrarritmo sustentado por baixo engata num samba funk. Intercalando grandiloquência e balanço, Uma Vida abre com declamação e uma longa introdução pianística depois picotada pelos sopros. E tome funk na veia como nas instrumentais Guanabara e Number One. O piano elétrico alicerça O Rio, um funk andante que desata em samba de escola com direito a apitos. Também a construção de sopros funkiados da faixa título acaba num samba, movido a cuíca. Com acordeon e costura acústica, Tema pro Gaguinho lembra o choro dos regionais, só que devidamente turbinado. Hey! Você (belíssima a condução de sopros) combina R&B com um ritmo de baião que antecipa a fusão de Burt Bacharach. A tamborilada Evo emoldura um funkafro com cuíca e coro. A riqueza das combinações torna o resultado muito acima da média do pop ralo das FMs, o que talvez explique o fato de o disco não ter estourado a despeito de tantos ganchos no recheio. Agora em CD remasterizado haveria até uma nova chance, se a situação não tivesse mudado. Para pior.”
Tárik de Souza



Lado A
01. Uma vida 
02. Guanabara
03. Hei! Você
04. Som, Sangue e Raça
05. Tema pro Gaguinho
06. O Rio


Lado B
01. Evo
02. Number One
03. Folia de Reis
04. Moeda, Reza e Cor
05. Samba do Malandrinho
06. Tio Macrô




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Começo da década de 70, na periferia os bailes eram pautados em cima das raridades e por ordem ai vai os três discos mais raro e os mais cobiçados da época, Bolão perdendo o primeiro lugar dos mais raros para o Oliveira que por sua vez deixou de ser o primeiro por conta do Claudio Berling, lembrando aos amigos que o fato destes discos perderem o primeiro lugar não alterou em nada a dificuldade de achar e comprar eles, continuaram a ser cobiçado e procurados pelos sebos da vida e lojas especializadas em vender este disco, mas ai o preço era exorbitante e vinha dai esta escala de primeiro disco mais raro. Vale lembra também que tivemos muitas outras raridades e algumas ate caíram no esquecimento dos discotecários da época por conta do quesito raridade. E agora voltando ao nosso post “Oliveira e seus Black Boys” disco este já postado aqui no Arquivo com exclusividade na net pelo nosso parceiro Stanley, segue o Link http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2008/08/oliveiras-e-seus-black-boys.html lembrando que a versão postada pelo parceiro Stanley foi a versão gravado pela Beverly e esta e a versão gravada pela Copacabana observando que a única diferença entre estes dois disco e as capas porque a prensagem foi a mesma usada pelas duas.
O outro grande detalhe era que a banda Black Boys montada por Oliveira saxofonista da cidade de Avaré foi formada exclusivamente por artistas negros incluindo-se ai a vocalista Mariá e o conhecidíssimo pianista Dom Salvador, tanto que na parte dois da nossa musica em destaque Dang Dang/ Pedro Twist percebe-se claramente a maestria e o primor de seu piano.
Dang Dang/ Pedro Twist e a nossa musica em destaque deste disco, e se os amigos se lembrarem  já tivemos esta musica postada aqui no Arquivo sob a batuta de outro grande maestro José Meneses  com os Velhinhos transviados, alias tivemos dois posts deles com esta musica, segue os LINKS http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2011/05/os-velhinhos-transviados-1970-dance-com.html e http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2011/06/os-velhinhos-transviados-1963.html , também tivemos a Dang Dang versão Oliveira e seus Black Boys regravada em em 1978, Samba Rock O Som Dos Blacks, segue o LINK http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2009/11/samba-rock-1978-o-som-dos-blacks.html, mas sem a segunda parte” Pedro Twist” e hoje nos aqui do Arquivo sabemos o real motivo desta segunda parte não ter saído nesta coletânea, claro que a intenção era manter a raridade do disco original e um dia ainda tornaremos estes motivos publico quando nos for permitido pelo idealizador desta importantíssima coletânea para o mundo do Samba Rock. Lembrando também que embora as musicas tivessem uma pequena pausa entre elas, elas eram vistas como Pout Pourri e como o espaço entre elas é curtíssimo o discotecário tinha que ficar esperto quando entrava a segunda parte deste Pout Pourri pois a terceira parte não era tocada por não ser dançante ou no nosso caso por não ser um Samba Rock.



A1  Liberdade Demais / Moeda Quebrada / Deixa A Nega Gingar
A2  Dang Dang / Pedro Twist / (Ten Lonely Weekends (Faz Tanto Tempo versão Carlos Imperial))
A3  Pizzicati Pizzicato / Souvenir D'Amour / Teu Nome É Ninguém   
B1  Água Com Areia / Samba Brasileiro / Que Sabe Você De Mim   
B2  Bongô No Cha-Cha-cha / Amor Em Cha-Cha-Cha / Adelante   
B3  Chorando Chorando / E A Vida Continua / Mudemos De Assunto



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E vamos com mais um álbum instrumental agora sob o comando de um artista italiano Fausto Papetti e seu Sax.
Destaque para o Samba Rock instrumental The Blob gravado pelo grupo The Five Blobs  como musica tema do filme The Blob (A bolha assassina) em 1958 composição de Burt Bacharach ainda desconhecido na época , mas o sucesso desta musica nos bailes ficou mesmo foi por conta de Fausto Papetti regravando esta musica em 1961




A1 Vento caldo
A2 Quando dormirai
A3 Qualcuno mi aspetta
A4 The Blob
A5 Tracys Theme
A6 Wonderland by Night
A7 Noi due sconsciutti
B1 Legata a un granello di sabbia
B2 Favole di pioggia
B3 The Green Leaves Of Summer
B4 Tu che m'hai preso il cuor
B5 Lonely Room
B6 La ragazza con valigia
B7 Trust me


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Rithimus da Nostalgia Apresenta:
Noite do Romantismo
Apresentação: DJ Gilmar (Francisco Morato) tocando muito Samba Rock - Flash Back - Charm - Melodia
Convidados:
DJ Hercules
DJ Marcio
DJ Bombinha
Informações nos telefones do Flyer abaixo:





























Se liga só como foi a última festa:


Vai perder essa?


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E dando continuidade às postagens, pois era isso que estávamos preparando quando da noticia do banimento da conta.
Como já afirmamos por diversas vezes aqui no Arquivo os bailes de antigamente eram nos mesmo moldes dos chamados bailes nostalgia de hoje divididos em sets de Soul/Original Funk/Balanços, Sambalanço ou Samba Rock e as Lentas/Floreados, isso nos bailes das periferias porque nos grandes bailes tipo Chic Show, Black Mad e outros o que rolava mesmo e o set de Soul/Original Funk/Balanços e as Lentas/Floreados.

E ai vai uma lenta de 73 que botou muito marmanjo pra chorar e que vale a pena recordar.



A1 I'm Falling In Love With You
A2 Lazy Susan
A3 The Loneliest House On The Block
A4 I Don't Have Time To Worry
A5 La La La At The End

B1 That's What Love Is All About
B2 What Good Am I Without You
B3 Sooner Or Later
B4 Loving You Won't Hurt As Much Tomorrow
B5 Heartaches Never Entered My Mind
B6 Easier Said Than Done


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A Taste Of Honey, tivemos tantas e tantas versões desta musica que aliado ao fato de ela ter sido o tema de abertura do programa de domingo do animador e empresário Silvio Santos, ela simplesmente “enjoou”, isto é claro há 40 anos na década de setenta bem ao contrario de hoje em dia, naquela época a cada festa sempre tínhamos uma nova versão, e repetindo os dizeres dos discotecários da época “esta versão é “a própria””, ou seja, a mais balançante e um “pouquinho” diferente da original.
Pois bem baixem e curtam esta versão que é a própria.




Lado A
01 - A Taste Of Honey
02 - South Of The Border
03 - Brasilia
04 - Some Enchanted Evening
05 - Cu-Cu-Rru-Cu-Cu Paloma

Lado B
01 - The 3Rd Man Theme
02 – Life
03 - Happy Pierre
04 - Heartaches By The Numbers
05 - Never Too Young



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George Benson 1964 The New Boss Guitar of George Benson (with The Brother Jack McDuff Quartet), com  este disco fechamos esta trilogia onde já postamos aqui no Arquivo o álbum duplo com o mesmo nome deste álbum simples que estamos postando, segue o link 
e o álbum lançado em 66, dois anos mais tarde intitulado “ Brother Jack McDuff  Hot Barbeque”, segue o link http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2009/01/jack-mc-duff-hot-barbeque-1965.html  onde traz as musicas do disco 2 do álbum duplo .



Lado A
01. Shadow Dancers
02. The Sweet Alice Blues
03. I Don’t Know

Lado B:
01. Just Another Sunday
02. Will You Still Be Mine
03. Easy Living
04. Rock-A-Bye



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Neste domingo Nove de setembro aula de Samba Rock com o Professor Mosquito das 10:00h às 13:00h e das 15:00h às 16:00h e direto emendando com a Banda Black Brasil com muito Samba Rock e Black Music pra galera rodopiar que nem peão.


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E vamos com mais um (clássico) e porque entre parênteses, porque este disco ao ser tocado nas festas de imediato se achava que era o raríssimo Bolão e seus Rrockettes  com a musica Walkin' With Mr. Lee do mesmo álbum que trazia a valiosíssima  Midnighter valorizando ai a equipe que estava tocando e por conta disso a primeira coisa que se fazia ao conseguir este disco era sumir com a capa costume muito comum na época até mesmo pra se proteger de uma possível marcada sua para algum metido a esperto. A primeira gravação deste álbum foi em 1959, mas por ter sido regravado em 1975 este disco nem era tão difícil, mas foram os motivos mencionados a cima que o tornarão totalmente desconhecido da grande maioria dos Discotecários. E vamos que vamos com as musicas em destaques deste disco, a principal Walkin' With Mr. Lee, Jim Jam, Boppin' at the Hop, Hot Rod Special, Cat Walk sendo esta a segunda em importância deste disco nos bailes, e partindo agora para as musicas deste disco tocadas em 45 rpm, Bee Hive e Strollin' With Mr. Lee só que com a ajuda da digitalização teremos mais musicas em destaque deste disco que deixaremos aos amigos do Arquivo escolherem e modificar a velocidade destas musicas procurando a batida perfeita pra tocarem em suas festas.


A1 Promenade
A2 Walkin' With Mr. Lee
A3 Tic Toc
A4 Bee Hive
A5 Chuggin'
A6 Big Horn Special
A7 Jim Jam
A8 Strollin' With Mr. Lee
B1 Teen Dreams
B2 Boppin' at the Hop
B3 Lee's Blue
B4 Hot Rod Special
B5 Ivy League
B6 Short Circuit Funky
B7 Creole Alley
B8 Cat Walk


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Marcelo Munhoz                               Kamarão                                Rubinho Lima

Foto do Show


Salve Família,

no último sabado (25 de agosto), o publico rio-clarense teve o prazer de assistir a um grande e empolgante show do Sambasonics oferecido pelo Sesi de Rio Claro, SP.
Os musicos realmente fizeram um show pra cima, com muito carisma e um repertório cheio de swing e musicalidade dançante.. fazendo assim, todo o publico sair dançando e tendo uma noite marcante.
Parabéns Sambasonics.. Obrigado aos músicos, valeu Marcelo Munhoz e Rubinho Lima,
Força e Abraços.


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