"O DJ deve ter sensibilidade para saber o que o pessoal quer dançar", conta --ensinamento que não anda muito respeitado por aí... Se a popularização da dance music faz com que figurões ganhem o equivalente a um carro 0 km por parcas duas horas de labuta, a situação vivida por seu Osvaldo era bem diferente. "Ih, não dava muito dinheiro. Era apenas um extra que eu complementava com o salário de outros trabalhos."
No currículo, constam 12 anos na Philco, na fabricação de televisores, período que desembocou na aposentadoria, em 1980. Mas o pioneirismo de seu Osvaldo já estava cristalizado e consolidado há tempos e foi recuperado pelo livro "Todo DJ Já Sambou" (ed. Conrad; esgotado), de Claudia Assef.
"Foi ele quem começou toda essa história. Ele fazia as pessoas felizes e assim tornou-se uma referência nos anos 60", conta o experiente Tony Hits, que há 35 de seus 53 anos é DJ de samba-rock em São Paulo.
Não queria dançar
A figura do DJ como alguém que utiliza toca-discos para embalar festas ganhou vida com Jimmy Saville, na Inglaterra, em 1947. Nos EUA, a idéia só tomou forma na década de 50. No Brasil, até 1958 os bailes eram animados ou por orquestras e grandes bandas ou amigos dos donos de salão, que se revezavam para colocar os discos que queriam ouvir, sem critério, ordem ou constância.
Seu Osvaldo freqüentava esses bailes, mas "não me interessava em dançar. Eu queria mesmo era ajudar a escolher as músicas que iriam tocar".
Aos 22 anos, em 1954, após completar um curso por correspondência de rádio e TV promovido pela National School, dos EUA, seu Osvaldo ganhou um emprego na Elétro Fluorescentes Arpaco Ltda., loja de equipamentos eletrônicos no nº 209 da r. Guaianazes, na esquina com a r. Vitória, em São Paulo. O dono do estabelecimento, um armênio simpático que falava cinco línguas e atendia por Sharom, foi com a cara do tímido Osvaldo e delegou-lhe uma importante tarefa: "Ele queria que montássemos amplificadores de alta fidelidade, que estavam chegando ao mercado".
A abastada clientela de Sharom voltava das viagens ao exterior com equipamentos de última geração e levava à loja para que Osvaldo montasse e construísse caixas de som adequadas. "Nós aproveitávamos para tirar cópias do diagrama [a estrutura do equipamento e suas peças]. Aí fazíamos nós mesmos aparelhos iguais e vendíamos na loja."
Apaixonado por música, seu Osvaldo aproveitou o conhecimento adquirido na loja para construir seu próprio equipamento de som: um toca-discos movido a válvula.
Orquestra Invisível
Com o potente aparelho, em meados de 1958 ele foi convidado a colaborar com o som de casamentos e de aniversários na região da Vila Guilherme (zona norte de SP). Ali passou a ficar como "efetivo" no manuseio das bolachas. Era ele quem comandava as músicas do início ao fim das festas.
No ano seguinte, foi chamado para tocar em um "piquenique" em Itapevi (Grande SP) --entre aspas porque esse piquenique não envolvia cesto de comida, toalha na grama e clima romântico. "Piquenique era uma espécie de rave da época."
A fama de seu Osvaldo crescia no circuito "clubber" da São Paulo do final dos anos 50. Ganhou o cargo de DJ oficial do Club 220, que rolava nas tardes de domingo no 17º andar do edifício Martinelli, centro de SP. Batizou suas performances de Orquestra Invisível Let's Dance --depois alterada para High Fidelity Let's Dance.
O passo seguinte foi uma residência aos sábados à noite no salão Ambassador (hoje Green Express), na av. Rio Branco.
"As festas ficavam cheias, e foi aí que perceberam que se podia ganhar dinheiro fazendo bailes à noite, sem orquestra."
Com intervalo
O custo para montar uma noite com orquestra era muito mais caro do que com o som mecânico do seu Osvaldo, que levava o próprio equipamento ao local do baile com a ajuda de um táxi e de três auxiliares.
Muitos clubes da cidade passaram a promover festas que varavam a madrugada: Devaneio, Ás de Ouro (na Casa Verde), Pérola Negra (Imirim). "O número de festas aumentou muito. Eu chegava a ter a agenda lotada por três meses", lembra, saudoso, dos tempos em que o DJ tinha que se apresentar vestindo terno e gravata.
Com apenas um toca-discos, era inevitável um intervalo entre as músicas, interrompendo a dança. Seu Osvaldo então construiu um mixer para "colar" uma canção na outra, sem paradas. Mas a recepção não foi a esperada. "O pessoal não gostou da música ininterrupta. Os rapazes queriam que tivesse intervalo, para poder trocar de damas." O mixer nunca mais foi usado por seu Osvaldo.
Sem tango
Foxtrote, samba-canção, chachachá, rumba, algum bolero. Da vitrola de seu Osvaldo, saía quase tudo. Apenas tango não entrava de jeito nenhum. "Tocava tango apenas nos casamentos do bairro. Nas festas na cidade, nunca."
Frank Sinatra, Ray Charles, Glenn Miller, Benny Goodman e Ted Heath eram alguns dos hits do DJ. "Mas o que causava frisson era Ray Conniff", diz.
A carreira de DJ de seu Osvaldo durou dez anos. Em 1968, deixou os toca-discos em casa para o trabalho na Philco e o sustento da mulher e dos cinco filhos (depois, casou-se novamente e teve dois rebentos).
Após 1968, ele voltou a discotecar por duas vezes. No lançamento do livro "Todo DJ Já Sambou", em 2003, e em uma noite no extinto clube Soul Sister, no Itaim Bibi, em 2005.
Mas as lembranças de seu Osvaldo ainda permanecem fresquinhas. "Era comum os rapazes pedirem para eu 'reprisar' alguma música, porque eles queriam tentar conquistar uma mulher. Até me traziam uma cuba libre para agradecer."
Fonte: Folha On Line
A História do Primeiro DJ” conta a história de Osvaldo Pereira por meio da trilha sonora de Ray Conniff passando por James Brown e Drum´n Bass. Participação especial do DJ Patife. Entrevistas: Osvaldo Pereira, Tadeu Pereira, Grandmaster Ney, Tony Hits e Claudia Assef
Direção: Alexandre de Melo
Roteiro: Alexandre de Melo e Filipe dos Santos
Imagem e direção de fotografia: Luiz Henrique dos Santos
Edição: Douglas Siqueira
Produção: Fabio Ruocco, Pedro Moioli, Tâmara Lambert, Paulo kobayashi, Alexandre de Melo
Orientadora: Egle Spinelli
Universidade Anhembi Morumbi/ Superviver
Trailer do curta-metragem documentário “Maestro Invísivel – A História do Primeiro DJ”, dirigido por Alexandre de Melo.
Este LP foi o primeiro da carreira destes meninos que logo
mais iriam se separar talvez até por ma orientação de seus empresários visando tão
somente o lucro em cima deles.
Why Do Fools Fall In Love foi um tremendo sucesso em 1956
que acompanhado de outros sucessos como I Want You To Be My Girl, Baby, Baby
citando apenas os sucessos de bailes lhes rendeu este LP para juntar todos
estes sucessos em uma só gravação e uma turnê pela Europa onde Frankie Lymon partiria para uma carreira solo e entrando em declínio, vindo a
falecer de over dose de heroína em 1968 no banheiro da casa de sua avó.
A
1. Why Do Fools Fall In Love? (Lyman, Merchant, Santiago)
O
sucesso das pistas “I Saw Linda Yesterday” foi lançado pela primeira vez em
compacto em 1962 de la pra Ca foram varias regravações como por exemplo esta
que é de 1990.
Erlon Chaves iniciou sua carreira de cantor apresentando-se
em um programa infantil da rádio Difusora de São Paulo, cantando, quando era
muito menino. Foi ator mirim no filme Quase no céu. Começou seus estudos de
música no Conservatório Musical Carlos Gomes, se formando em piano no ano de
1950. Estudou canto e harmonia, sendo orientado pelos maestros Luís Arruda
Paes, Renato de Oliveira e Rafael Pugliese. Com a versão do calipso Matilda de
Harry Belafonte, fez sucesso no final dos anos 1950.
Trabalhou na TV Excelsior - canal 9, de São Paulo. Em 1965,
foi para o Rio de Janeiro, indo para a TV Tupi - Canal 6 e a TV Rio - canal 13.
Foi diretor musical da TV Rio, sendo um dos responsáveis e autor do Hino do
Fic, música de abertura do Festival Internacional da Canção, em 1966. Em 1968
acompanhou a cantora Elis Regina, que iria se apresentar para o exigente
público do Olympia, de Paris.
Em 1970, durante o V Fic, transmitido pela TV Globo, regeu
um coral de quarenta vozes, que mais tarde passou a chamar-se Banda Veneno, que
acompanhou Jorge Ben ou Jorge Ben Jor. Cantou a canção Eu também quero mocotó,
que estava fazendo sucesso; e foi acusado de assédio moral após uma cena em que
é beijado por diversas loiras em apresentação na etapa internacional. Foi
acusado pela ditadura militar brasileira. Neste festival estava presente o
presidente da república, general Emílio Garrastazu Médici.
A imagem do povo brasileiro feliz seria veiculada para o
mundo, em cores para a Europa e Estados Unidos da América. A ditadura militar
brasileira não deixa dúvida, queria manter música e o espetáculo deste festival
em prol da imagem que deveria ser painel para o mundo. Nesta época, Erlon
Chaves estava namorando a então Miss Brasil de 1969, Vera Fischer.
O Erlon Chaves faleceu de infarto fulminante quando discutia
(dizem que defendia) com um grupo de forma emocionada a polêmica em torno dos
acontecimentos com o Wilson Simonal, aos 40 anos.
Lado 1:
01- I love you baby
02- The girl from Paramaribo
03- If you never say goodbye
04- Pop concerto show
05- Viens avec nous (Triangle) / Floy joy (W. Robinson)
Em bate papos com alguns parceiros da antiga que davam
bailes sempre ouvimos que tal musica em outra edição saiu mais grave ou mais
agudo, só pra citar um exemplo, em bates papos com o parceiro Dom Baia ele fala
que uma das edições do Rock House (Ray Charles 45) é mais grave e como esse parceiro é um expert
em Black Music quem sou eu pra duvidar
até porque este Best Of que to
postando reforça o que o Dom Baia diz,
as musicas Java, Sugar Lips e Cotton Candy
nesta edição são mais graves que nas edições originais.
Tárik de Souza sobre este
disco. Grande álbum, ritmos brasileiros variados com uma levada mais funkeada e
improvisos jazzísticos, Dom Salvador quebrando no piano e a banda Abolição
trazendo uma amostra do que iria desaguar no movimento Black Rio.
“ Este não é apenas um disco
seminal, recuperado pelo trabalho meticuloso do titã pesquisador Charles Gavin.
É um estuário. Todos os rios negros que formaram o funk/hip hop nativo confluem
para ele. Comandado pelo pianista paulista Salvador Silva Filho, o Dom
Salvador, Som, Sangue e Raça, de 1971, um ano depois da explosão de Tim Maia,
cataliza a formação bossa nova & jazz do lider com rhythm & blues de
integrantes como o saxofonista Oberdã Magalhães, sobrinho do mestre do samba
enredo Silas de Oliveira e futuro líder da Banda Black Rio, que desde o grupo
Impacto 8 (entre outros Robertinho Silva, bateria, Raul de Souza, trombone) já
vinha tentando agregar MPB com Stevie Wonder & James Brown. Entram ainda na
mistura samba, sotaque nordestino e até o lado negro gato da Jovem Guarda
representado pela presença autoral de Getúlio Cortes (irmão do posterior Gerson
King Combo, o nosso James Brown cover) em Hei Você!, uma das faixas mais
destacadas. Além destes elementos e da presença de Rubão Sabino (baixo), que
ainda se assinava Rubens, do baterista Luis Carlos (outro que integraria a
Black Rio), o disco arregimenta o trompete e flugelhorn do músico de sinfônica
Darcy no lugar do original Barrosinho (mais um fundador da BR), que estava excursionando
durante a gravação, mas seria o titular da banda.
Egresso do Beco das Garrafas e a caminho dos EUA, para onde se mudaria em
definitivo ainda nos 70, Dom Salvador liderou o Copa Trio ao lado do baixista
Gusmão e do batera Dom Um Romão. O grupo serviria de suporte para as decolagens
de Elis Regina e Jorge Ben (antes do Jor), entre outros. Formou também o Rio 65
Trio com o baterista Edison Machado. O noneto Abolição (aí incluído o vocal de
sua esposa, Mariá) foi uma saída para o desgastado formato trio da bossa nova.
E não só. Cada faixa de Som, Sangue e Raça é diferente da anterior por conta de
um cuidadoso trabalho de fusão de elementos sonoros até contraditórios como o
pique folk de retreta de Folia de Reis moldado em acordeom, sopros (até tu,
tuba?) e uma intrusa cuíca. Moeda, Reza e Cor tem um encadeamento de sopros que
lembra os arranjos de Gil Evans para Miles Davis, mas logo deságua num solo de
piano funkiado pelo baixo elétrico. Samba do Malandrinho levado pianinho (no
elétrico digitar de Don Salvador) remete para a bossa nova com direito a
improvisos jazzísticos.
Já Tio Macrô, repleto de reviradas de sopro e contrarritmo sustentado por baixo
engata num samba funk. Intercalando grandiloquência e balanço, Uma Vida abre
com declamação e uma longa introdução pianística depois picotada pelos sopros.
E tome funk na veia como nas instrumentais Guanabara e Number One. O piano
elétrico alicerça O Rio, um funk andante que desata em samba de escola com
direito a apitos. Também a construção de sopros funkiados da faixa título acaba
num samba, movido a cuíca. Com acordeon e costura acústica, Tema pro Gaguinho
lembra o choro dos regionais, só que devidamente turbinado. Hey! Você
(belíssima a condução de sopros) combina R&B com um ritmo de baião que antecipa
a fusão de Burt Bacharach. A tamborilada Evo emoldura um funkafro com cuíca e
coro. A riqueza das combinações torna o resultado muito acima da média do pop
ralo das FMs, o que talvez explique o fato de o disco não ter estourado a
despeito de tantos ganchos no recheio. Agora em CD remasterizado haveria até
uma nova chance, se a situação não tivesse mudado. Para pior.”
Começo da década de 70, na periferia os bailes eram pautados
em cima das raridades e por ordem ai vai os três discos mais raro e os mais
cobiçados da época, Bolão perdendo o primeiro lugar dos mais raros para o
Oliveira que por sua vez deixou de ser o primeiro por conta do Claudio Berling,
lembrando aos amigos que o fato destes discos perderem o primeiro lugar não
alterou em nada a dificuldade de achar e comprar eles, continuaram a ser
cobiçado e procurados pelos sebos da vida e lojas especializadas em vender este
disco, mas ai o preço era exorbitante e vinha dai esta escala de primeiro disco
mais raro. Vale lembra também que tivemos muitas outras raridades e algumas ate
caíram no esquecimento dos discotecários da época por conta do quesito
raridade. E agora voltando ao nosso post “Oliveira e seus Black Boys” disco
este já postado aqui no Arquivo com exclusividade na net pelo nosso parceiro Stanley,
segue o Link http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2008/08/oliveiras-e-seus-black-boys.html
lembrando que a versão postada pelo parceiro Stanley foi a versão gravado pela
Beverly e esta e a versão gravada pela Copacabana observando que a única
diferença entre estes dois disco e as capas porque a prensagem foi a mesma
usada pelas duas.
O outro grande detalhe era que a banda Black Boys montada
por Oliveira saxofonista da cidade de Avaré foi formada exclusivamente por
artistas negros incluindo-se ai a vocalista Mariá e o conhecidíssimo pianista
Dom Salvador, tanto que na parte dois da nossa musica em destaque Dang Dang/
Pedro Twist percebe-se claramente a maestria e o primor de seu piano.
Dang Dang/ Pedro Twist e a nossa musica em
destaque deste disco, e se os amigos se lembrarem já tivemos esta musica postada aqui no Arquivo
sob a batuta de outro grande maestro José Meneses com os Velhinhos transviados, alias tivemos
dois posts deles com esta musica, segue os LINKS http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2011/05/os-velhinhos-transviados-1970-dance-com.html
e http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2011/06/os-velhinhos-transviados-1963.html
, também tivemos a Dang Dang versão Oliveira e seus Black Boys regravada em em
1978, Samba Rock O Som Dos Blacks, segue o LINK http://arquivodosambarock.blogspot.com.br/2009/11/samba-rock-1978-o-som-dos-blacks.html,
mas sem a segunda parte” Pedro Twist” e hoje nos aqui do Arquivo sabemos o real
motivo desta segunda parte não ter saído nesta coletânea, claro que a intenção
era manter a raridade do disco original e um dia ainda tornaremos estes motivos
publico quando nos for permitido pelo idealizador desta importantíssima
coletânea para o mundo do Samba Rock. Lembrando também que embora as musicas
tivessem uma pequena pausa entre elas, elas eram vistas como Pout Pourri e como
o espaço entre elas é curtíssimo o discotecário tinha que ficar esperto quando
entrava a segunda parte deste Pout Pourri pois a terceira parte não era tocada por
não ser dançante ou no nosso caso por não ser um Samba Rock.
E vamos com mais um álbum instrumental agora sob o comando
de um artista italiano Fausto Papetti e seu Sax. Destaque para o Samba Rock instrumental The Blob
gravado pelo grupo The Five Blobs como
musica tema do filme The Blob (A bolha assassina) em 1958 composição de Burt
Bacharach ainda desconhecido na época , mas o sucesso desta musica nos bailes ficou
mesmo foi por conta de Fausto Papetti regravando esta musica em 1961
Rithimus da Nostalgia Apresenta:
Noite do Romantismo
Apresentação: DJ Gilmar (Francisco Morato) tocando muito Samba Rock - Flash Back - Charm - Melodia
Convidados:
DJ Hercules
DJ Marcio
DJ Bombinha
Informações nos telefones do Flyer abaixo:
E dando continuidade às postagens, pois era isso que estávamos
preparando quando da noticia do banimento da conta.
Como já afirmamos por diversas vezes aqui no Arquivo os
bailes de antigamente eram nos mesmo moldes dos chamados bailes nostalgia de hoje
divididos em sets de Soul/Original Funk/Balanços, Sambalanço ou Samba Rock e as
Lentas/Floreados, isso nos bailes das periferias porque nos grandes bailes tipo
Chic Show, Black Mad e outros o que rolava mesmo e o set de Soul/Original Funk/Balanços
e as Lentas/Floreados.
E ai vai uma lenta de 73 que botou muito
marmanjo pra chorar e que vale a pena recordar.
A1 I'm Falling In Love With You
A2 Lazy Susan
A3 The Loneliest House On The Block
A4 I Don't Have Time To Worry
A5 La La La At The End
B1 That's What Love Is All About
B2 What Good Am I Without You
B3 Sooner Or Later
B4 Loving You Won't Hurt As Much Tomorrow
B5 Heartaches Never Entered My Mind
B6 Easier Said Than Done
Little Anthony & The Imperials 1973 On A New Street
A Taste Of Honey, tivemos tantas e tantas versões desta
musica que aliado ao fato de ela ter sido o tema de abertura do programa de domingo
do animador e empresário Silvio Santos, ela simplesmente “enjoou”, isto é claro
há 40 anos na década de setenta bem ao contrario de hoje em dia, naquela época a cada
festa sempre tínhamos uma nova versão, e repetindo os dizeres dos discotecários
da época “esta versão é “a própria””, ou seja, a mais balançante e um “pouquinho”
diferente da original.
Pois bem baixem e curtam esta versão que é a própria.
George
Benson 1964 The New Boss Guitar of George Benson (with The Brother Jack McDuff
Quartet), com este disco fechamos esta
trilogia onde já postamos aqui no Arquivo o álbum duplo com o mesmo nome deste
álbum simples que estamos postando, segue o link
Neste domingo Nove de setembro aula de Samba Rock com o Professor
Mosquito das 10:00h às 13:00h e das 15:00h às 16:00h e direto emendando com a
Banda Black Brasil com muito Samba Rock e Black Music pra galera rodopiar que
nem peão.
PARA DANÇAR “SESC BAURU” Samba Rock com prof. Mosquito e Banda Black Brasil
E
vamos com mais um (clássico) e porque entre parênteses, porque este disco ao
ser tocado nas festas de imediato se achava que era o raríssimo Bolão e seus
Rrockettes com a musica Walkin' With Mr.
Lee do mesmo álbum que trazia a valiosíssima Midnighter valorizando ai a equipe que estava
tocando e por conta disso a primeira coisa que se fazia ao conseguir este disco
era sumir com a capa costume muito comum na época até mesmo pra se proteger de
uma possível marcada sua para algum metido a esperto. A primeira gravação deste álbum foi
em 1959, mas por ter sido regravado em 1975 este disco nem era tão difícil, mas
foram os motivos mencionados a cima que o tornarão totalmente desconhecido da
grande maioria dos Discotecários. E vamos que vamos com as musicas em destaques
deste disco, a principal Walkin' With Mr. Lee, Jim Jam, Boppin' at the Hop, Hot
Rod Special, Cat Walk sendo esta a segunda em importância deste disco nos
bailes, e partindo agora para as musicas deste disco tocadas em 45 rpm, Bee
Hive e Strollin' With Mr. Lee só que com a ajuda da digitalização teremos mais
musicas em destaque deste disco que deixaremos aos amigos do Arquivo escolherem
e modificar a velocidade destas musicas procurando a batida perfeita pra tocarem
em suas festas.
no último sabado (25 de agosto), o publico rio-clarense teve o prazer de assistir a um grande e empolgante show do Sambasonics oferecido pelo Sesi de Rio Claro, SP.
Os musicos realmente fizeram um show pra cima, com muito carisma e um repertório cheio de swing e musicalidade dançante.. fazendo assim, todo o publico sair dançando e tendo uma noite marcante.
Parabéns Sambasonics.. Obrigado aos músicos, valeu Marcelo Munhoz e Rubinho Lima,
Força e Abraços.