terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A Nostalgia Moderna com Loo, Gringo e Miriti Vol 2

Pra quem já baixou o volume 1 desta serie incrível de Swing de primeira linha dos tempos da antiga e que se transformaram em modernidade com novas batidas pelas mãos destes três magos da discotecagem.

Ai vai o Vol 2
01 Bahia Sunset
02 Champs
03 D. Beran
04 David Samborn
05 Dickei Lee
06 D´Influence
07 Down Dewn
08 Guaposan
09 Humble Soul
10 Marter Wells
11 Mica Paris
12 Nelly
13 Nicole Conte
14 Ronny Jordan
15 Sam Cooke
16 Say Boy
17 Super Cat
18 Swing do Donovan
19 The Dodie Stevens

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Nostalgia Moderna com Loo, Gringo e Miriti Vol 1


NOSTALGIA
Classificação morfossintática:
- [nostalgia] substantivo fem singular .
Sinônimos: saudades .
Antônimos:.
Palavras relacionadas: nostálgico .

Leve sentimento de pesar despertado pela lembrança de alguém muito estimado, de lugar agradável ou de uma época boa.

Nostalgia.
É uma palavra técnica médica e erudita, criada no período Barroco, comum às várias línguas européias.
Foi criada pelo médico suíço J.J. Hader em 1678 (Houaiss 1ª Ed,, 2001) para descrever o pesar despertado pela lembrança da terra natal. Do grego "nostos, ou" - regresso, retorno; "algia" - dor: dor do retorno, do regresso. Em parte coincide com uma das variações do conceito de saudade.

Exemplo: Pedro sente saudades de sua infância; ele teve uma infância boa e, toda vez que se lembra dela, sente um leve pesar. Maria sente saudades de seus avós. Dorival sente saudades da Bahia. Neste último caso pode ser usado nostalgia.

Enviado por Victor Leonardo da Silva Chaves

Por DJ Lú :
Nostalgia Moderna...

Estilo que chegou para inovar nos bailes de nostalgia (Samba Rock e Afins); são músicas modernas com pegadas de Acid Jazz e Bossa nova, muito boas para se dançar Samba Rock.

Simples.

Esta serie foi um presente do Tadeu Mk a muito tempo e por enquanto ai esta o primeiro da serie de 4 volumes

Grato Tadeu por estas perolas


01 Adiel
02 Annete
03 Bill Dogget
04 Boots Brown
05 Captain Bacardi
06 Fire Birds
07 Horacio Vegas
08 Humbles Souls
09 Incognito
10 Janita
11 Jimmy Smith
12 Kid Creole
13 Lollipop
14 Los Aragons
15 Militia
16 Patti Page
17 Ramsey Lewis Trio
18 Sandy Nelson
19 Ted Head
20 Vaya Con Dios
L., G. & M. 1

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Samba de Raiz 05

Monarco  (Hildemar Diniz)

Monarco  (Hildemar Diniz)
Compositor. Cantor. Filho do marceneiro e poeta José Felipe Diniz (chegou a publicar poemas no Jornal das Moças).
Nasceu no bairro de Cavalcanti e foi criado em Oswaldo Cruz, onde freqüentava as rodas de samba desde pequeno, conhecendo os bambas da Portela, como Paulo da Portela. Recebeu o apelido de "Monarco" aos seis anos.
Aos 11 anos já compunha seus primeiros sambas para blocos do subúrbio.
Estudou até o terceiro ano primário.
Em meados dos anos quarenta, ingressou no Bloco Primavera.
Também toca cavaquinho e percussão. Atuou como diretor de harmonia da Portela.
Além da carreira artística, trabalhou como guardador de carros, feirante e contínuo.
Seu filho Mauro Diniz é arranjador e cavaquinista, além de compositor de sucessos gravados por boa parte de intérpretes da MPB. A neta, Juliana Diniz, filha de Mauro Diniz, é atriz e cantora com disco solo. Marcos Diniz, o outro filho, além de compositor de sucessos, faz parte do Trio Calafrio.
Em 2004 casou-se com Olinda, sua companheira de 10 anos. Neste mesmo ano, foi lançada sua biografia pela Coleção Perfis do Rio, da Editora Relume - Dumará/RioArte, escrita pelo cavaquinista Henrique Cazes.
No ano de 2005 foi homenageado como enredo do G.R.E.S. Unidos do Jacarezinho, classificando a Escola no décimo lugar do Grupo de Acesso B. Neste mesmo ano recebeu da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro a condecoração pelos seus 72 anos de vida e mais de meio século dedicado à música brasiliera, mais específicamente ao samba. A Medalha Pedro Ernesto foi iniciativa da ex-vereadora Lícia Canindé (Ruça) e do vereador e ator Stepan Nercessian.
Fonte dicionariompb

Samba de Raiz 5
Samba de Raiz 05
   Adoniran Barbosa - Nao Quero Entrar
   Aparecida - Proteçao
   Argemiro Patrocínio - Meu sofrimento - Tudo mudou tão de repente
   Beth Carvalho - Olho Por Olho
   Cartola - Alvorada
   Clara Nunes - Ilu ayê
   Geraldo Filme - Garoto De Pobre
   João Nogueira - Dia De Azar
   Jorginho do Império - Assim é Demais
   Luiz Melodia - Estacio, Eu E Voce
   Martinho Da Vila - Balanca Povo
   Monarco - Falso pai de santo-Rabo de saia
   Nadinho Da Ilha - Resoluçao
   Nelson Cavaquinho - Degraus da vida
   Os Originais Do Samba - Vermelho, Azul E Branco
   Paulinho da Viola - Perder e Ganhar
   Pedrinho Rodrigues e os Nacionais - Nao Chora Meu Amor
   Roque Ferreira - Samba pras moças
   Velha Guarda do Império Serrano - Amor aventureiro
   Wilson das Neves - O samba é meu dom
   Xangô da Mangueira - Olha o partido

Osibirock – Osibisa 1974

osibisa

In Ghana in the 1950s, Teddy Osei (saxophone) and Sol Amarfio (drums) played in a highlife band called The Star Gazers. They left to form The Comets, with Osei's brother Mac Tontoh on trumpet, and scored a hit in West Africa with their 1958 song "Pete Pete." In 1962 Osei moved to London to study music on a scholarship from the Ghanaian government. In 1964 he formed Cat's Paw, an early "world music" band that combined highlife, rock and soul. In 1969 he persuaded Amarfio and Tontoh to join him in London, and Osibisa was born. Joining them in the first incarnation were Grenadian Spartacus R (bass); Trinidadian Robert Bailey (keyboard); Antiguan Wendell Richardson (lead guitar); and Nigerian Lasisi Amao (percussionist and tenor saxophone). Their music is a fusion of African, Caribbean, jazz, rock, Latin and R&B.
The band spent much of the 1970s touring the world, playing to large audiences in Japan, Australia, India and Africa. During this time Ghanaians Darko Adams 'Potato' (died 1995) and Kiki Djan (died 2004) were also members of the band. In 1980 Osibisa performed at a special Zimbabwean independence celebration, and in 1983 were filmed onstage at the Marquee Club in London. Changes in the music industry however (punk and disco primarily) meant declining sales for the band, and a series of label changes resulted. The band returned to Ghana to set up a recording studio and theatre complex to help younger highlife musicians.[2] In the 1990s their music was widely anthologized in many collections, most of them paying no royalties whatsoever to the band.[3]
In 1996 Osei reformed the band, and many of their past releases began coming out on CD. The band remains active in 2009, although Osei has cut back his touring schedule due to the effects of a stroke.[4]
Many of Osibisa's works are highly danceable. A fair comparison would be to Earth, Wind, & Fire from the USA, but with a “world” flair. Both groups feature highly complicated and sophisticated dance music with Afro-Caribbean bass-drum grooves and dynamic horn charts (example: Ojah Awake), and both groups could be criticized as “insipid disco” on titles which seek a more commercial appeal (example: Dance the Body Music, Lets Do It).
The name Osibisa was described by the band members as meaning "criss cross rhythms that explode with happiness" but it actually comes from "osibisaba" the Fante word for highlife.[5][6] Their style influenced many of the emerging African musicians of the time.

Musicians

Saxophone — Teddy Osei
Trumpet — Colin Graham
Percussion, Congas — Kofi Ayivor, Nii Tagoe
Drums — Sol Amarfio, KB
Keyboards — Bessa Simons, Kwame Yeboah, Chris Jerome, Emmmanuel Rentzos
Guitars — Kari Bannerman, Gregg Kofi Brown, Wendell Richardson
Bass Guitar — Victor Mensah, Herman Asafo
Vocals Gregg Kofi Brown, Teddy Osei, EmmanuelRentzos, Wendell Richeardson & all on BV's
Tour Manager Mick Tresnan AKA Mick Tee

osibisa_osibirock_front

Tracklist  

01 - Who's Got the Paper                                                                       
02 - Why                                                                                       
03 - Osibirock                                                                                 
04 - Kelele                                                                                    
05 - Atinga bells                                                                              
06 - African jive                                                                              
07 - We belong                                                                                 
08 - Komfo (high priest)                                                                       
09 - Kangaroo                                                                                  
10 - Home affairs                                                                              

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Samba de Raiz 04

Adoniran Barbosa  (João Rubinato)

Adoniran Barbosa  (João Rubinato)
Compositor. Cantor. Humorista. Ator.
Filho de imigrantes italianos. Ainda muito jovem em Jundiaí, passou a ajudar o pai no serviço de cargas em vagões da E.F. São Paulo Railway, atual E.F.Santos - Jundiaí. Ainda em Jundiaí, trabalhou como entregador de marmitas e varredor numa fábrica. Em 1924, transferiu-se com a família para Santo André, onde exerceu as funções de tecelão, pintor, encanador, serralheiro e garçom, na casa do então Ministro da Guerra, Pandiá Calógeras. Posteriormente, foram para São Paulo, onde aprendeu o ofício de metalúrgico - ajustador no Liceu de Artes e Ofícios. Foi obrigado a abandonar a função porque seus pulmões ficaram afetados pelo pó do ferro esmerilhado. Empregou-se em outras funções, entre as quais a de vendedor.
Foi apelidado de "Noel Rosa paulista". E um símbolo quase unânime do chamado samba paulista/paulistano do Brás.
Fonte dicionariompb

Samba de Raiz 4
Samba de Raiz 04
   Adoniran Barbosa - Mulher, Patrao E Cachaça
   Angela Maria - Para Qua Ficar
   Argemiro Patrocínio - Lamento de um portelense
   Beth Carvalho - Carnaval
   Cartola - Alegria
   Clara Nunes - Guerreira
   Dona Ivone Lara - Sorriso De Criança
   Doris Monteiro - Mas Que Doidice
   Geraldo Filme - Historia da capoeira
   João Nogueira - Dama Da Noite
   Jorginho do Império - Agua No Feijao
   Jovelina Pérola Negra - Sorriso aberto
   Martinho Da Vila - A Flor E O Samba
   Monarco e Velha Guarda da Portela - Conselho de Vadio
   Nadinho Da Ilha - Paisagem
   Nelson Cavaquinho  - Sempre Mangueira
   Os Originais Do Samba - Tchuna Marucaiao
   Paulinho da Viola - Recomeçar.
   Roque Ferreira - Ralador
   Velha Guarda da Portela - Você me abandonou
   Wilson Bombeiro e Anézio - Voltei

sábado, 30 de janeiro de 2010

The Raeletts Ray Charles presents 1972 Yesterday...Today...Tomorrow


The Raeletts - Bad Water Como era conhecido este álbum mas isto pra quem tinha o compacto ou o álbum porque para os freqüentadores dos bailes o nome desta musica era “Bad Boy” que é a impressão que nos passa as Back’s vocais de Ray Charles chamadas de Raeletts quando cantam.
Esta musica que foi lançada em compacto simples e duplo em 1970 e saiu regravado neste álbum de 1972 que é um apanhado de algumas musicas lançados por elas em compactos entre 1967 e 72 dispensa comentários pois ate hoje esta musica agita a galera nos Bailes Nostalgia.
Destacamos também a lenta “You Must Be Doing Alright” bem pouco conhecida do publico mas que também tocou nos bailes.
Também ressaltamos outra lenta “That Goes to Show You” que não Saiu neste Lp mas preencheu o lado A do Compacto simples de 1970 que trouxe no lado B a Bad Water e que postamos aqui como Bônus e assim fechamos este álbum.


A1 - You Must Be Doing Alright 1970 LENTA
A2 - Bad Water 1970
A3 - Come Get It I Got It
A4 - You Have a Way With Me 1970
A5 - Love Train

B1 - I Want To (Do Everything For You)
B2 - Leave My Man Alone
B3 - After Loving You
B4 - Keep It To Yourself
B5 - Here I Go Again

Bonus

A - That Goes to Show You (((só saiu no compacto de 70))

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Rock-Samba By Ferpa 2010

Testando novo servidor, com 30 petardos do Boogie ou Rock-Samba.

Jovem Guarda

Tracklist:

A Lenda de Bob Nelson - Erasmo Carlos                                                          
A Poluição - Golden Boys                                                                       
Agente Secreto - Trio Melodia                                                                  
BABY BABY - ERASMO CARLOS                                                                      
BABY ROCK - TONY CAMPELO                                                                       
Bom dia Rock'n Roll - Erasmo Carlos                                                            
BROTO LEGAL - SERGIO MURILO                                                                    
Cobra Má - Trio Melodia                                                                        
Coisa Linda - Eduardo Araújo                                                                   
Como vovó já dizia - Raul Seixas                                                               
Curtição - Guilherme Coutinho                                                                  
Deixa de Banca (Les Cornichons) - Eduardo Araújo                                               
Deixa Meu Cabelo Em Paz - Osvaldo Nunes                                                        
Dona Do Meu Coração (Run For You Love) - Renato e Seus Blue Caps                                                         
DR. BOM HUMOR - TRIO ESPERANÇA                                                                 
Ele é Minha Menina - Os Carbonos                                                               
Estou dez anos atrasado - Erasmo Carlos                                                        
EU DISSE AMÉM - TONI TORNADO                                                                   
Fã do Monoquini - Roberto Carlos                                                                                
Haroldo, o Robot Doméstico - Erasmo Carlos                                                     
JÁ CANSEI - THE FEVERS                                                                         
Lacinhos Cor de Rosa – Celly Campelo                                                                           
No Claro Ou No Escuro - Reginaldo Rossi                                                        
O Calhambeque - Roberto Carlos                                                                 
O carango - Erasmo Carlos                                                                      
O Feio - Roberto Carlos                                                                        
Perdi A Esperança - Renato e Seus Blue Caps                                                                              
Que Isso Menina - The Pops                                                                     
Rosa Cor De Rosa - Abílio Manoel                                                               
Vem Quente Que Eu Estou Fervendo - Eduardo Araújo                                              

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Samba de Raiz 03

Nei Lopes  (Nei Brás Lopes)

Nei Lopes  (Nei Brás Lopes)
Compositor. Escritor. Cantor.
Nascido e criado no subúrbio carioca de Irajá. Morou no Lins, Grajaú e Tijuca. Mais tarde, em 1982, mudou-se para o bairro de Vila Isabel. Foi semi-interno da Escola Técnica Visconde de Mauá, em Marechal Hermes, lugar onde tomou consciência de sua negritude, influenciado por Maurício Teodoro (do Salgueiro), Carlos da Rosa (da Serrinha), e Pinduca (do Catete). Freqüentou a casa de Maurício e de Tia Dina, onde cantava-se muito samba e as tradições afro-brasileiras eram mantidas.
Integrou a Ala de Compositores e a Velha-Guarda do Salgueiro.
Publicou em 1963 poemas na Antologia Novos Poetas e mais tarde publicou textos na Revista Civilização Brasileira e no Jornal do Commércio.
Em 1975 foi contemplado com o prêmio "Fernando Chinaglia", da U.B.E. (União Brasileira dos Escritores). Também foi considerado pelo crítico inglês David Brookshae como um melhores poetas da negritude no Brasil.
No ano de 1999 em uma entrevista para o Segundo Caderno do jornal O Globo, declarou: "Deixei de ser mulatinho para ser negro, embora o processo estivesse longe da conscientização".
Ingressou na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil em 1962. Depois da morte de seu pai, que não era muito a favor de que o filho cantasse e freqüentasse as rodas de samba, assumiu definitivamente o seu lado sambista, desfilando pelo Salgueiro em 1963. Em 1966 formou-se em Direito, trabalhando na profissão até 1970.
Entre as experiências enriquecedoras da casa da Tia Dina, inclui a amizade com Popó, que o levou para a religião africana mais radical - o candomblé tradicional, de fundamento baiano.
Por volta de 1978, aprofundou-se no estudo da religião, fez-se praticante, embora admitisse ver nessa entrega, acima de tudo, uma forma de integração, uma união cultural dos negros. Toda essa cultura e a consciência da negritude o tornaram um dos grandes conhecedores da causa negra, fato que transparece em seus livros e em suas composições, centradas na temática afro-brasileira.
Dentre seus livros mais conhecidos estão "O samba na realidade", Editora Codecri, em 1981; "Islamismo e negritude" (co-autoria com João Batista Vargens, 1982); "Casos crioulos", contos, de 1987; "Bantos, malês e identidade negra", de 1988; "O negro no Rio de Janeiro e sua tradição musical" (Pallas Editora, RJ) de 1992; "Dicionário banto do Brasil", de 1996; "Incursões sobre a pele", poesias, de 1996; "171 - Lapa-Irajá. Casos e enredos do samba", contos, em 1999, Editora Folha Seca; e no ano 2000, lançou "Zé Kéti, o samba sem senhor".
Em 1989 escreveu a revista "Oh, que Delícia de Negras!" (com músicas em parceria com Cláudio Jorge), que fez longa temporada no Teatro Rival, no Rio de Janeiro.
Escreveu, com Juana Elbein dos Santos, o encarte para o LP "Egungun, Ancestralidade Africana no Brasil".
Em 1997, em comemoração aos 80 anos da primeira gravação do samba "Pelo telefone" (Donga e Mauro de Almeida) a gravadora EMI/ODEON lançou a caixa "Apoteose ao samba", na qual, além dos discos, foi também encartado um livreto com dois textos: um de sua autoria "Uma breve estória do samba" e outro de Tárik de Souza.
Entre 1999 e 2000, respectivamente, teve encenado pelos alunos de teatro do Centro Cultural José Bonifácio, da Prefeitura do Rio de Janeiro, dois musicais: "Clementina" (sobre a vida de Clementina de Jesus) e "Dona Gamboa, Saúde" (sobre a história da região portuária, um dos berços do samba).
Em 2001 publicou "Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos", pela Coleção Sebastião, lançada nas bancas de jornais pela Editora Dantes.
No ano de 2003 lançou o livro "Sambeabá - O samba que não se aprende na escola", com ilustrações de Cássio Loredano e apresentação de Luiz Antônio Simas (Editoras Casa da Palavra e Folha Seca). O livro foi lançado no Centro Cultural Carioca, no Rio de Janeiro.
No ano de 2004 publicou, pela Summus Editorial/Selo Negro, "Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana".
No ano de 2005 foi lançado o livro "O samba do Irajá e de outros subúrbios: um estudo da obra de Nei Lopes", de Cosme Elias, originalmente uma dissertação de mestrado do autor.
Em 2006 publicou "Partido alto, samba de bambas" (Editora Pallas) e "Kitábu: O livro do saber e do espírito negro-africanos", pela Editora Senac-SP, livro no qual fez uma análise filosófica e literária da África e sua diáspora, seus povos, suas línguas e suas religiões na visão dos próprios africanos e dos europeus.
Para teatro, compôs trilhas para as peças "O perverso sonho da igualdade" e "Auto da Indendência", ambas de Joel Rufino dos Santos.
Participou de diversas antologias poéticas.
Entre as honrarias recebidas destacamos o troféu "Golfinho de Ouro" (Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro), do Governo do Estado do Rio de Janeiro; "Prêmio Tim de Música" e a "Ordem do Mérito Cultural", conferida pelo Governo Federal na Presidência de Luíz Inácio Lula da Silva.
Em 2009 lançou o primeiro romance intitulado "Mandingas da mulata velha na Cidade Nova" (Editora Língua Geral). Neste mesmo ano foi lançada a sua biografia escrita pelo jornalista Oswaldo Faustino para a "Série Retratos do Brasil Negro", da Editora Negro Edições.
Fonte dicionariompb

Samba de Raiz 3
Samba de Raiz 03
   Adoniran Barbosa - Malvina
   Aluísio Machado - Minha filosofia
   Argemiro Patrocínio - Em uma noite de verão
   Beth Carvalho - Antes Ele Do Que Eu
   Cartola - Aconteceu
   Clara Nunes - Ê baiana
   Dona Ivone Lara - Cantei so pra distrair
   Geraldo Filme - Mulher De Malandro
   Jair do Cavaquinho - Atraso em meu caminho
   Jair RodriguezJair Rodriguez - Em Nome Da Lua, Da Mulata E Do Samba
   João Nogueira - Amor De Malandro
   Jovelina Pérola Negra - O dia se zangou
   Martinho da Vila  - Voce Nao Passa De Uma Mulher
   Nadinho Da Ilha - Cabeça Feita
   Nei Lopes e Wilson Moreira - Só chora quem ama-Goiabada cascão-Mel e mamão com Açúcar
   Os Originais Do Samba  - Velhos Tempos
   Os Originais do Samba - Sorriso de Bamba
   Paulinho da Viola - Perdoa
   Roberto Silva - Oh! Seu Oscar                        
   Toquinho & Vinícius - Turbilhao
   Velha Guarda da Portela - Nuvem que passou

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Samba de Raiz 2

Chegando o Volume 2 com a apresentação de um grande mestre aqui de São Paulo!

Geraldo Filme  (Geraldo Filme de Sousa)

Geraldo Filme  (Geraldo Filme de Sousa)
Compositor.
Nasceu em São João da Boa Vista.
A avó entoava cantos do tempos dos escravos e o pai era exímio violinista e tocava nos primeiros blocos do carnaval paulistano.
Em 1933, a família mudou-se para São Paulo, indo morar na Barra Funda, local onde passou a infância.
Sua mãe, Dona Augusta, fazia marmitas e ele as entregava, fato que determinou o pseudônimo de Negrinho das Marmitas. Por essa época, também freqüentava o o Cordão Carnavalesco Campos Elíseos.
Ficou conhecido durante um bom tempo como Geraldão da Barra Funda, alusão ao reduto do samba paulistano. Freqüentava também as rodas de Tiririca (tipo de disputa com pernadas ao ritmo de samba) no Largo da Banana, onde aprendeu a dar pernadas nas disputas com os malandros e outros sambistas.
Compôs para o cordão Paulistano da Glória e sambas-enredos vitoriosos para o Peruchão e Vai-Vai. Cronista, registrava em seus sambas personagens e fatos do bairro do Bexiga, pelo qual tinha um carinho especial.
Trabalhou também assessor da diretoria executiva da Escola de Samba Vai-Vai.
Participou do Teatro Popular Brasileiro, de Solano Trindade, mais tarde conhecido como Teatro Popular Solano Trindade.
Faleceu em 1995, nesta época, trabalhava como Coordenador de Carnavais do Bairro Anhembi.
Segundo, outro sambista de renome, o carioca Mano Décio da Viola: "Geraldão no momento é quem melhor arma samba enredo no Brasil".
Fonte dicionariompb

Samba de Raiz 2
Samba de Raiz 02
   Adoniran Barbosa - Abrigo de Vagabundos
   Alberto Lonato - Não Pode Ser Verdade
   Argemiro Patrocínio - Deslize da vida
   Beth Carvalho  - Visual
   Cartola - A Cor da Esperanca
   Clara Nunes - Canto das três raças
   D. Ivone Lara - Roda de samba pra Salvador
   Geraldo Filme - Tradiçao (vai no Bexiga pra ver)
   Jair do Cavaquinho - Adeus palhaço
   Jair Rodriguez - Pra Que Dinheiro
   João Nogueira - Amor De Doia Anos
   José Ramos - Nasceste de uma semente-Quando ouvi essa batida
   Manoel Conceição - Vou Correr
   Monarco e Velha Guarda da Portela - Passado de glória
   Nadinho Da Ilha - Amor Verdadeiro
   Nei Lopes e Wilson Moreira - Sandália amarela
   Os Originais do Samba - So Quem Cantou Fui Eu
   Paulinho da Viola - Um Certo Dia Para 21
   Tom Zé - Happy end
   Velha Guarda da Portela - Fui condenado
   Xangô da Mangueira e Jorge Zagaia - Moro na roça

domingo, 24 de janeiro de 2010

Deixa Cair com Ton Ton 1967 Billy Stewart - Secret Love / Look Back and Smile

Na Postagem dos Álbuns “The Best Of Ray Charles 1970” e “Ray Charles: What'd I Say 1959” onde destacamos a musica “Rockhouse” (Ray Charles 45) para mostramos a versatilidade dos Discotecários da década de 60 e 70 e voltamos com mais um disco lendário onde novamente a figura do discotecário se encontra em evidencia.

Deixa Cair com Ton Ton com o Swing Secret Love e a Lenta Look Back and Smile juntas prontinhas para serem tocadas na seqüência fechando o set de Samba rock e entrando no set das lentas.

Reza a lenda em cima das musicas Secret Love / Look Back and Smile lançado originalmente em compacto no ano de 1966 por Billy Stewart e sendo reeditado em 1978
A raridade deste compacto ficou mesmo por conta da lenta “Look Back and Smile” pois o Swing “Secret Love” saiu em diversos discos seja do próprio Billy Stewart como em coletâneas.

E quanto a lenda de que um discotecário tendo sempre que atender a pedidos por essas duas musicas gravou um Disco de Coletânea já com essas duas musicas mixadas para lhe poupar tempo procede e não somente para as musicas “Secret Love / Look Back and Smile” mas também para todas as musicas deste disco que na sua grande maioria são musicas italianas.

Mas vamos deixar bem claro, mixado da forma como foi pelo discotecário da boate “Ton Ton Macoute” que infelizmente não teve seu nome registrado na capa do disco, para ser prensado e se transformar na raridade que foi e ainda é, essas duas perolas “Secret Love / Look Back and Smile” nunca foram editadas em outro disco e tão somente no álbum “Deixa Cair no Ton Ton” com exceção de algumas coletâneas de Sambarock.

Lado A

1,2 - Secret Love / Look Back and Smile.
3 - Sol Tanto il Sottoscrito.
4 - The Beginning of Loneliness.
5 - The Boat i Row.
6 - You Got What It Takes.

Lado B

1 - Doctor Rhithm.
2 - Ho Il Coraggio Di Amarti.
3 - My Best Girl.
4 - Baisse Un Peu La Radio.
5 - Alfie.
6 - Gimme Some Lov In.

Link do Arquivo

Samba de Raiz

A idéia saiu de um papo com nosso brother Paulo do M.P.F que apresentou a idéia já que não tem nada deste estilo resumido na sua mais pura essência e isso fez com que refletíssemos e saímos convidando a rapaziada que se diz do metie, mas a decepção foi total e por isso assumimos a responsabilidade de fazer este trabalho com o que realmente conhecemos e deu nisso, 20 discos com mais para um futuro caso agrade aos nossos visitantes.

Vasculhando o Arquivo encontramos muita coisa e resolvemos trazer uma serie com 20 discos da mais pura essência do samba, é imperdível acompanhe que vem coisas raras e sensacionais, quero lembrar que apos estes virão mais já que não da para colocar tudo que tem de bom em apenas 20 discos.

Obrigado Paulo pela idéia e ao Eugenio pelo corre!

Visite : http://musicaparafesta.blogspot.com/

Fhenso

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Origens do Samba, Significado, História do Samba e Principais Sambistas
O samba surgiu da mistura de estilos musicais de origem africana e brasileira. O samba é tocado com instrumentos de percussão (tambores, surdos timbau) e acompanhados por violão e cavaquinho. Geralmente, as letras de sambas contam a vida e o cotidiano de quem mora nas cidades, com destaque para as populações pobres. O termo samba é de origem africana e tem seu significado ligado às danças típicas tribais do continente.

As raízes do samba foram fincadas em solo brasileiro na época do Brasil Colonial, com a chegada da mão-de-obra escrava em nosso país.
O primeiro samba gravado no Brasil foi  Pelo Telefone, no ano de 1917, cantado por Bahiano. A letra deste samba foi escrita por Mauro de Almeida  e Donga .

Tempos depois, o samba toma as ruas e espalha-se pelos carnavais do Brasil. Neste período, os principais sambistas são: Sinhô Ismael Silva  e Heitor dos Prazeres .
Na década de 1930, as estações de rádio, em plena difusão pelo Brasil, passam a tocar os sambas para os lares. Os grandes sambistas e compositores desta época são: Noel Rosa autor de Conversa de Botequim; Cartola de As Rosas Não Falam; Dorival Caymmi de O Que É Que a Baiana Tem?; Ary Barroso, de Aquarela do Brasil; e Adoniran Barbosa, de Trem das Onze.
Na década de 1970 e 1980, começa a surgir uma nova geração de sambistas. Podemos destacar: Paulinho da Viola, Jorge Aragão, João Nogueira, Beth Carvalho, Elza Soares, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Chico Buarque, João Bosco e Aldir Blanc.
Outros importantes sambistas de todos os tempos: Pixinguinha, Ataulfo Alves, Carmen Miranda (sucesso no Brasil e nos EUA), Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho, Lupicínio Rodrigues, Aracy de Almeida, Demônios da Garoa, Isaura Garcia, Candeia, Elis Regina, Nelson Sargento, Clara Nunes, Wilson Moreira, Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim e Lamartine Babo.


Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo
Os tipos de samba mais conhecidos e que fazem mais sucesso são os da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo. O samba baiano é influenciado pelo lundu e maxixe, com letras simples, balanço rápido e ritmo repetitivo. A lambada, por exemplo, é neste estilo, pois tem origem no maxixe. 
Já o samba de roda, surgido na Bahia no século XIX, apresenta elementos culturais afro-brasileiros. Com palmas e cantos, os dançarinos dançam dentro de uma roda. O som fica por conta de um conjunto musical, que utiliza viola, atabaque, berimbau, chocalho e pandeiro.
No Rio de Janeiro, o samba está ligado à vida nos morros, sendo que as letras falam da vida urbana, dos trabalhadores e das dificuldades da vida de uma forma amena e muitas vezes com humor.
Entre os paulistas, o samba ganha uma conotação de mistura de raças. Com influência italiana, as letras são mais elaboradas e o sotaque dos bairros de trabalhadores ganha espaço no estilo do samba de São Paulo.

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A cada disco vamos ilustrar com um pouco de historia destes mestres do verdadeiro samba, pra começar escolhemos Sr. Jair de Aráujo costa.


Jair do Cavaquinho  (Jair de Araújo Costa)
Compositor. Cantor. Instrumentista.
Nascido e criado no subúrbio de Madureira, desde criança freqüentava a Escola de Samba Portela, chegando a ser o seu primeiro mascote e sócio número 1 da escola.
Aos sete anos participava dos ensaios da escola, levado pela mãe, ou pelas irmãs mais velhas, que saíam na Ala das Baianas.
Autodidata, aprendeu a tocar em um instrumento fabricado por ele mesmo, enfileirando quatro cordas de arame em um pedaço de pau. Quando a mãe pedia para comprar pão, Jair esquecia-se de voltar e ficava observando os mais velhos tocando na antiga quadra da Portela.
Jogador de futebol, chegou a ser reserva de Jair da Rosa, na época famoso jogador do Madureira Atlético Clube.
Paulinho da Viola refere-se a ele como um dos melhores cozinheiros e um exímio sapateador, de espírito dos mais irreverentes.
Trabalhou como contínuo na Secretaria de Viação e Obras, tendo como chefe o avô de Marisa Monte.
Uma de suas paixões é a Escola Portela, da qual faz parte da Velha-Guarda, criada em 1970 por Paulinho da Viola. Durante algum tempo ficou conhecido como Jair do Tamborim, por tocar o instrumento na bateria da escola. Quando começou a compor com o cavaquinho, seu nome ficou relacionado a este instrumento.
Jacob do Bandolim o considerava "a maior paleta de cavaco no samba, melhor centrista".
Nelson Cavaquinho, além de parceiro, no sucesso "Vou partir" criado por Elizeth Cardoso no LP "Elizeth sobe o morro", era também um grande amigo, e dele disse certa vez: "O Nelson chegava e pedia pra eu fazer a 2º parte do samba, o casamento de muitas dessas letras e músicas resultou em nossos peitos aliviados, na volta por cima. No fundo todos ganhamos o orvalho e a madrugada de presente".
Em 2005 participou do documentário "Da terra", de Janaína Diniz Guerra, trabalho sobre o sapateado brasileiro que incluiu também o "miudinho" dança na qual Jair do Cavaquinho é considerado mestre desde a infância.
Fonte dicionariompb

Samba de Raiz 1
Samba de Raiz 01
   Ademilde Fonseca - Choro Chorao
   Adoniran Barbosa - Apaga o fogo Mané
   Argemiro Patrocínio - Cadê Rosalina
   Beth Carvalho  - So Queria Ser Feliz
   Carlos Cachaça - Juramento falso
   Clara Nunes - Coisa da antiga
   D. Ivone Lara - Preá comeu
   Elton Medeiros - Sandalia Dourada
   Geraldo Filme - Silencio no Bexiga
   Jair do Cavaquinho - Acorda, negro velho
   Jair Rodrigues - As Quatro Estacoes do Ano
   João Nogueira - A Cor Da Esperança
   Jorge Veiga - Escurinho
   Manoel Conceição - Na Baixa Do Sapateiro
   Nadinho Da Ilha - Assobio
   Nei Lopes e Wilson Moreira - Mocotó do tião
   Os Originais do Samba - Saudade e Flores
Paulinho da Viola - Nega Luzia
   Téo Azevedo - Calangueando
   Velha Guarda da Portela - Desengano
   Xangô da Mangueira - Piso na barra da saia

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Samba 6 1974 Samba 6

Bom já tivemos duas postagens do grupo Samba 6 e em uma delas informamos que este grupo começou a emplacar suas musicas na década de 70.
Pois bem eis ai o primeiro álbum do grupo e com a musica principal “Em Boca fechada não entra Mosca”
Este album foi um presente do parceiro dos bons tempos de bailes "Laercio"
O Arquivo agradeçe

Lado A
A1 - Lagrimas de Carnaval.
A2 - Benvinda Criola.
A3 - Regresso.
A4 - Contratempo.
A5 - Em Boca Fechada Não Entra Mosca.
A6 - A Musa.

Lado B
B1 - Quem Convida Paga a Despesa.
B2 - Tempo Perdido.
09 - Vai Não Vai.
B4 - Festa Do Divino.
B5 - Aos Mestres Com Carinho
.....Canto Chorado
.....Esperanças Perdidas
.....Ao Velho Poeta Pixinguinha.


What’d I Say – Ray Charles 1959

Aproveitando a coletânea contendo a faixa Rockhouse postada pelo Francisco, deixo o Album original desta faixa.
Capa
Ray Charles: What'd I Say 1959  Atlantic
One night on tour in 1959, Ray Charles had run out of material,
and needed to fill time before getting offstage. According to Charles,
the song he improvised on the spot is really "about nothing" — the lyrics
"don't make sense," he says, and it's not much more than a simple call-and-response exercise.
But from the audience's response that night, Ray Charles knew he had a hit —
so he recorded it a few weeks later. "What'd I Say" went on to become one of his all-time
best-selling songs, a number he would continue to play as an encore throughout the rest of his life.
One of the few Atlantic LPs to focus on R&B, and Charles wrote almost everything including
the powerhouse title track - one of Ray's biggest hits, and his first to crack the pop charts.
The instrumental "Rockhouse" is nearly as good, and "Tell The World About You" is gorgeous even
if it's a lineal descendant of his earlier "Hallelujah I Love Her So."
However, his reliance on simple arrangements and familiar riffs and chord progresssions
really hurts him on the lesser material: "Jumpin' In The Morning" and "Tell Me How Do You Feel"
are obvious, derivative blues numbers, "You Be My Baby" is forgettable early 50s rock and roll,
and "What Kind Of Man Are You" (sung by one of the Raelets) is a torch song that never really takes off.
And with such basic material, the band rarely gets to show off its strengths.
The high points are indeed high, but since so many Charles albums are solid all the way through,
I can't recommend this hit-or-miss collection very strongly. (DBW)
Ray Charles died at his home in Beverly Hills on Thursday, June 10, 2004. (RIP Brother Ray)...
Tracks:
A1   What'd I Say (Part 1 & 2) 5:10 
A2   Jumpin' In The Mornin' 2:46 
A3   You Be My Baby 2:29 
    Featuring - Raelets 
A4   Tell Me How Do You Feel 2:38 
A5   What Kind Of Man Are You 2:57 
    Featuring - Mary Ann Fisher , Raelets 
B1   Rockhouse (Part 1 & 2) 3:54 
B2   Roll With My Baby 2:35 
B3   Tell The Whole World About You 2:02 
    Featuring - Raelets 
B4   My Bonnie 2:48 
    Featuring - Raelets 
B5   That's Enough 2:53 
    Featuring - Mary Ann Fisher 
Bonus:
Rockhouse Pts. 1 & 2 (160,64 BPM Edit ou 45 RPM)
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My Boy Lollipop - Millie Small (Combo) 1964 (Ed. Italiana)

Millie Small

Biografia

Everyone's talking about her, everyone's listening to the 16-year-old girl from Jamaica with the hot firecracker voice.
She is the first female to challenge the famous lads from Liverpool.
She has added a new word to the music vocabulary of teenagers on two continents.
She is MILLIE SMALL, dynamic new singing sensation from the land of sunshine and calypso,
who crashed the charts of the world with her bubbling, effervescent voice in 'MY BOY LOLLIPOP'.
In Britain, the pretty pixie-faced teenager jolted Beatle fans into a new Ska-mania,
when her native Jamaican rhythm started a new dance rage on both sides of the Channel.
'My Boy Lollipop' not only dominated the British hit charts, it started a mass music invasion of sunny Jamaica.
The vivacious teenager with the chirping, chuckling voice scored a direct hit in the US too.
The platter, released by Smash Records, rocketed the effervescent bundle of talent to national fame and the Number 4
position on the US charts five weeks after its release.

Millie started it all at age 12, when she entered and won a talent contest in Kingston, Jamaica.
"When I won the prize money ($50) it seemed like a fortune. I felt I was the richest girl in the world.
The following year, when I made my first record (I was 13 then), the disc crashed into the Jamaican Hit Parade
and gave me the most wonderful feeling of confidence. You see, when I was 9 years old, I had told my family I
was going to be a film star or a singer," says Millie with a throaty giggle.
"And you know what, they laughed!" Millie recalls her childhood as though it was way back in the dim and distant past.
Her parents (Millie's father is a sugar plantation worker in Jamaica), her seven brothers and five sisters,
stopped laughing when her first record climbed to the top of the Jamaican charts and she became the most
sought-after artist in her native land. That was in 1961.
Three years and several hit records later, Millie was an established recording star.
Her platters had also been marketed by an independent label in far-away England but, stacked under the wax from Liverpool,
they only gathered dust on the shelves of record shops. Millie Small, famous record star in Jamaica, was unknown in England.

Meanwhile, in London, Chris Blackwell, Jamaican record producer and distributor, was trying to promote the Ska,
a Jamaican dance, popular in his native country. Taken from an original revival dance, handed down from generation to
generation, it became the rage with Jamaican youth in its modern form. Jamaicans also discarded Calypsos to dance
to the music of their ancestors. Blackwell was convinced the Ska, which he called the Blue Beat in London,
could start a new dance rage. He released record after record, but nothing happened. Nothing happened, that is,
until he decided to journey back home to find Millie Small, the little girl with the big exciting voice.
He had a hunch Millie could do the trick and introduce the world to the exciting native rhythm.
Would her parents let her go to a strange world? Would a Beatle-loving nation listen to a mere slip of a girl from Jamaica?
Chris gambled against the Liverpool odds, and won. In July 1963, with Millie in tow, he boarded a jet for London;
a journey that was to spell international fame for the youngster. In Millie's hometown, the sleepy village of Clarendon,
where she was born on October 8th 1947, her proud family waited for word of Millie's success in far-away England.
"When I was going to Britain, my seven brothers and five sisters went running around the island telling all their friends
that their baby sister (I'm the youngest) was going to live in a big house in London and would become a big star,"
says Millie. "I had to make good, for their sake."

Her arrival in London, on a foggy morning in July 1963, went unnoticed by the press or her handful of fans.
But Chris prepared to groom Millie for stardom. Now her legal guardian, she was enrolled in England's famous
Italia Conti Stage School for speech training and an intensive study of dancing. She learned quickly,
for soon she was to start a dance rage on two continents and would sweep across the record charts of the world.
Six months later Millie was ready to be introduced to the world. A dub of her voice was brought to the attention of
Jack Baverstock, A&R Director of Fontana Records in England. One listen to the refreshing new talent, with the bubbling,
Little-girl voice, convinced him. He hurriedly pacted her to an exclusive recording contract.
Millie was rushed into a waxing session to cut her first record in England. However, it made only a ripple across
the English Channel, leaving Millie and Chris disappointed, but eager to try again.

Her next record was the history-making 'My Boy Lollipop'. The diminutive 16-year-old with the big smile and
ever-shining eyes spread new music excitement across Britannia and went up the British Hit Parade.
Music critics hailed her as the greatest singing sensation since the Beatles.
"There hasn't been a voice like it since Shirley Temple," headlined the Daily Express.
Millie won the hearts of the English press with her naïve reaction to newfound fame.
Appearances on radio and national television shows, ballrooms and concert halls made her the most
talked-about artist in England. Blue Beat became the fashion in London niteries and the rage of teen circles
throughout the European continent. Millie's own reaction to her sudden fame was breathless: "I love making records.
And I love it here in England, much better than back home in Jamaica.
Coming to Britain was the most thrilling thing I have ever done.
I always dreamed of having enough money to buy a big house for my family. Now I can bring them all over here!"
Wriggling her shoulders with excitement, she continued: "Now I have a flat of my own in London and I earn more in a
week than I earned in a year at home! I haven't been homesick for a single minute, it's been too much fun.
I love my new silk stockings and all the pretty clothes I have now. Jamaica has nothing at all like them."

Millie's eyes take on a dreamy look when she talks about her manager-guardian Chris Blackwell: "Ooh! He's wonderful.
It was my lucky day when I met him!" About her likes and dislikes: "I like everyone and everything, especially boys!
I just don't hate or dislike anyone. I love movies and I even love English food. I'm just getting used to it.
For months all I could eat was curry. Now I can manage fish and chips, out of paper too! Food is what I miss most about
Jamaica. Food and the sun." She admits that there are moments when she misses her brothers and sisters.
But, she claims, they are not as adventurous as her. She doubts if they could stand the British dampness and fog,
but she hopes one day Mr. Small will give up his position on the plantation and bring his family to the
"dream castle" Millie plans to buy for them. Her ambition for the future is to be a jazz singer, but she admits,
"It will not be the immediate future. I'm much too young to sing jazz."

The most exciting event in her young life was her sensational overnight success in the United States.
Manager Blackwell had another hunch about Millie, so he winged his way to Chicago and a talk with Smash Records' chief,
Charlie Fach. "When it happed in England, I was sure it would happen in the US," says Chris.
Each agreed, and 'My Boy Lollipop' sold over a half-million records within five weeks of its release.
Towards the end of July, of this year, Millie arrived in the USA for her first visit. She came directly from an
engagement in Germany, where the red carpet was really rolled out for her.
As she jetted into Kennedy International Airport, newsmen and press photographers, magazine editors
and radio and television crews, were on hand to meet her. They all found themselves laughing and dancing with Millie,
in one of the warmest, most unusual receptions ever accorded a foreign recording artist.
She was presented with the world's largest lollipop, and it will probably last her the rest of her life.
Even the airline got into the act, by naming her flight The Lollipop Special.

Murray The K, top kat DJ in New York, of station WINS, was on hand to greet Millie upon her arrival.
While screaming fans looked on, he presented her with her huge lollipop, while Port Authority police at the
airport restrained the enthusiastic crowd of fans who went wild. At one point, over 30 policemen had to
surround Millie when her fans chanted 'Sweet William' (her new hit single) while straining to get through
the protective barricade to touch the tiny singer. A hectic schedule of press, radio and television interviews
and photo sessions followed. In addition, she went on a shopping tour through Macy's, New York's largest department store,
and it was an exciting event in her life to see all the beautiful American clothes and accessories available in this country.

A few days later, Millie left the USA scene for Kingston, Jamaica, where she was escorted by police motorcycle,
with siren screaming, to the Government Mansion of the Prime Minister. Here she was personally greeted by
Prime Minister Sir Alexander Montie, the Governor of Jamaica, and ceremonies usually reserved for royal visitors.
Millie's entire family joined her to witness this fabulous Jamaican nationwide greeting for the little girl who rose to
international fame from obscurity only a short time before.

In the middle of August, Millie again returned to the US for a really special day in her life.
The New York World's Fair had designated August 12th as Millie Small Day at the Fair and she was the center of attraction.
A few days later, Millie again left us. It was heartbreaking to see her leave, but engagements in Ireland had to be kept.
In the latter part of August, Millie was filmed in England for an Ed Sullivan CBS television program. It was not announced
when this filmed sequence will appear on Ed's show, but we hope it will be soon. In September, Millie Small will
again return to the US, this time to star in a Murray The K show at a New York theater.
Keen teens within the metropolitan area of the city will look forward to this appearance by Millie.

Her greatest adventure since coming to England was when she was invited to do a television show with the Beatles.
She danced and sang on a London-produced spectacular already shown twice in England, by popular demand.
The show is scheduled for a U.S. telecast too. How did she like the Beatles? "They are all very nice boys!"
She hastily adds that she is an ardent fan of Peter and Gordon, Elvis Presley and Fats Domino.
On boys: "I just started dating when I came to England. At home we have a big lovely dance hall,
but my mother would not let me go out alone. I had my first date in England. It was so much fun,"
she squeals with excitement. "Can it be true?" wrote Millie's father of the rumour in Jamaica that Millie would
perform at a charity ball in London, at the invitation of the Duke of Edinburgh and princess Alexandra.
"It's not only true, Daddy, I learned to curtsy with high-heeled shoes on," she cabled back.
Millie Small, the impish little girl, is on her way to a really big career. We wish her the best of success.

Vinil de 1964

LP Italiano

My Boy Lollipop - Millie Small
Label:Combo Record
Catalog#:COMBO 5220
Format:Vinyl, Album

Country:Italy
Released:1964
Genre:Reggae
Style:Calypso, Ska, Rocksteady

Tracklist

Side A
A1   My Boy Lollipop  
A2   Oh, Henry  
A3   Do-Re-Mi  
A4   Since You've Been Gone  
A5   I'm In Love Again  
A6   Sugar Dandy  
A7   Sweet William  
A8   Bluey Louey  
A9   Something Gotta Be Done  

Side B
B1   He's Mine  
B2   Tom Hark  
B3   Be My Guest  
B4   Walking To New Orleans  
B5   Let The Four Winds Blow  
B6   Don't You Know  
B7   Until You're Mine  
B8   I Want You To Know  
B9   See You Later Alligator

Bonus:

What Am I Living For? da Edição Americana

Vídeo My Boy Lollipop - Millie Small Finland TV Show 1964

Millie Small Americano

LP Americano

Millie Small: "My Boy Lollipop" LP

Smash Records: MGS monaural MGS 27055

Tracks:

Side 1.

My Boy Lollipop

Oh Henry

Sugar Dandy

Since You’ve Been Gone

He’s Mine

What Am I Living For?

Side 2

Sweet William

Bluey Louey

Don’t You Know

Tom Hawk

Until You’re Mine

I’m In Love Again

Compacto Nacional

Compacto Brazuca

Millie Small - My Boy Lollipop
Label:Mercury
Catalog#:CSM-16001
Format:Vinyl, 7", Single, 33 1/3 RPM, Mono

Country:Brazil
Released:1964
Genre:Reggae
Style:Ska

Tracklist
A   My Boy Lollipop  
    Written-By - J. Roberts* , R. Spence* 
B   Something's Gotta Be Done  
    Written-By - Tony Washington (3) 

Notes
Mercury Reecords
- Labels: "Fabricado pela Companhia Brasileira De Discos".
- Label matrix: "T-281250.1A" b/w "T-281250.2B"
- Sleeve: "Disco Compacto Simples 33 1/3 Mono".

Informação dos LP's: www.discogs.com

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Samba 6 1987 A Mais Pura das Paixões


Contato p/ shows e so clikar na imagem a cima

Olá...
Estou Enviando o link do Disco A Mais Pura das Paixões de 1987 e em anexo a Foto da capa e Contra Capa
Esse Disco é o Mais Famoso e Mais vendido do grupo que tem vários sucessos como: Janet Lynn (Jorge ben), Meu samba (Tim maia), Inspiração (Joãozinho) e muito mais outros.
Vocês como grandes conhecedores de samba rock deve conhecer.
Um Grande Abraço

Ao recebermos um feedback como este do parceiro Anderson Moraes, Filho do Joãozinho líder do samba 6 que foi um grupo musical que abriu seu espaço nos salões de bailes da década de 70 levando o swing e o sambarock para que as pessoas pudessem dançar ou mesmo se deliciar com a musica, muito nos honra e nos enche de alegria e certeza de que estamos no caminho certo.
Este álbum como o Anderson mesmo fala e nos concordamos é o mais puro sambarock e nos mostra que o Samba 6 foi muito mais alem do que a clássica “Em boca fechada não entra mosca”

Anderson e Grupo Samba 6 o nosso muito obrigado


01 Janet Lynn.
02 A Mais Pura das Paixões.
03 Baby, Baby.
04 Por Uma Flor.
05 Meu Samba.
06 Adversidade.
07 Inspiração.
08 Negligencia.
09 Sonhos (Arrastão dos Pescadores).
10 Paixão

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sábado, 16 de janeiro de 2010

Documentário da cena black de São Paulo

Documentário


Dirigido pelo próprio Mano Brown, o filme traz a história da música negra em São Paulo, desde o início do século 20 até os anos 80. Imagens de arquivo da TV Cultura e entrevistas com DJs e produtores de bailes das antigas contam a história que culminou no surgimento do hip hop na cidade --a saga do Racionais, iniciada 18 anos atrás, não é contada (segundo Brown, essa é uma história que deve ser relatada por outras pessoas).


DION & THE BELMONTS - The Wanderer

DION & THE BELMONTS - The Wanderer

The Belmonts foi formado em 1958 por Dion DiMucci, Fred Milano, Angelo D'Aleo e Carlo Mastangelo - todos nascidos no Bronx. Eram vistos como um quarteto de doo-wop ítalo-americano tentando imitar os melhores grupos negros. Mas o sucesso de "Teenager in love" e "Where or When" trouxe a eles o devido respeito da mídia. Com isto, Dion começou a ter problemas com drogas e foi "convidado" a deixar o grupo. Em carreira solo e levando o nome do grupo, emplacou sucessos como "Runaround sue" e "The Wanderer". Voltou em 1968 com "Abraham, Martin and John", regravada posteriormente por Marvin Gaye.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Silvio César 1971 Silvio César


Silvio César mais conhecido nos bailes por causa das musica “Beco sem Saída” que saiu no álbum “Coletâneas vol 7” em 1969 e sendo re-gravado em 1974 também saiu em compacto em 1972.
O interessante é que a capa deste compacto e uma montagem em cima da capa do álbum Só tinha de ser de 1965 onde ele esta com os braços abertos só que este álbum não traz as musicas que constam neste compacto.

A raridade deste álbum fica por conta da musica “Era uma vez um homem e uma mulher” que saiu apenas neste álbum e sendo um privilegio de bem poucas equipes de bailes em telo e privilegio ainda maior para quem a ouvia como também para quem a dançasse.

Lado 1

01 - Por teu amor
02 - Menina, você tem muito que aprender
03 - Beco sem saída
04 - O meu caminho
05 - As mulheres da minha vida
06 - Não corra, meu amor, pense em mim

Lado 2

01 - O nosso adeus
02 - Era uma vez um homem e uma mulher
03 - A tristeza
04 - O machão
05 - O herói

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Gal Costa 1969 Gal(Tuareg)


Com este disco, o mais tropical de Gal para um movimento cultural que se iniciou no final da década de 60 onde o deboche a irreverência e a improvisação são usados ao extremo na revolução da musica popular brasileira que ate então era comandada pela estética da Bossa Nova
O tropicalismo foi um movimento cultural liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil que presos e exilados ficou a cargo de Gal junto com outros artistas como Jorge Ben com o disco Jorge Ben 1969, Os Mutantes com o disco Os Mutantes 1968, Wilson Simonal com o disco Alegria, Alegria vol 4 1969 e Luis Carlos Vinhas com o disco O Som Psicodélico De L.C.V. – 1968, (só para citarmos alguns) de levar a frente o movimento onde a idéia principal do tropicalismo era aproveitar a entrada de elementos estrangeiro no pais e por meio da fusão com a nossa cultura criar um novo produto artístico misturando o som das guitarras à nossa musica o que foi um prato cheio para o sambalanço, que ate então era considerado um sub produto da Bossa Nova.

Abordamos esse assunto porque paralelamente a estas mudanças na mpb nos bailes também estávamos assistindo a um apelo por mudança, e veríamos essa mudança com fusão da forma de se dançar o Samba com a maneira de dançar o Rock’n Roll (rockabilly) de uma forma lenta e gradual, pois ate meados da década de setenta ainda presenciaríamos os casais dançando tanto o samba de forma tradicional como alguns poucos casais se aventurando em dançar o Sambalanço ou “Samba rock” nos mostrando que um movimento cultural não se faz de um dia para outro e que mesmo a dança “Sambarock” precisou de um bom tempo para ser aceito e digerido por aqueles que faziam ou comandavam as festas no caso os discotecários da época e os donos das casas de família em deixar tocar estas novas fusão do samba com a guitarra em suas festas.

Mas sejamos claro, o swing a que nos referimos e a dança no compasso binário hoje conhecido como sambarock pois já tínhamos a dança no tempo um por um ou seja um passo e uma girada.

Neste álbum temos a musica Pais Tropical que já e bem conhecida na voz de Simonal e de Jorge Ben, mas nesta versão cantado por Gal, Caetano e Gil, temos a tradução exata do tropicalismo na mais pura improvisação onde os três brincam entre si.


Lado 1

Cinema Olympia
Tuareg
Cultura E Civilização
País Tropical
Meu Nome É Gal

Lado 2
Com Medro, Com Pedro
The Empty Boat
Objeto Sim, Objeto Não
Pulsars E Quasars

Obs: por problemas com o servidor depois que baixar o arquivo para descompactar é só clicar no arquivo e escolha abrir com o programa WinRar archiver

Link do Arquivo

Gal Costa - Compacto de 1971

Mais ou menos no início de 1971, Gal Costa lançava um compacto duplo com quatro canções: Sua Estupidez, Você Não Entende Nada, Zoilógico e Vapor Barato. A primeira música alcançaria enorme execução radiofônica. Aliás, cantar Roberto Carlos e Erasmo Carlos pegava bem para todos: Elis gravara As Curvas da Estrada de Santos, a voz de Claudette Soares estava onipresente com o sucesso de De Tanto Amor e até Maria Bethânia registraria, neste mesmo ano, no disco A Tua Presença, sua versão de Jesus Cristo.
O que ficou mesmo marcado neste compacto pelo menos para quem frequentou e frequenta um bom baile é a faixa Você Não Entende Nada que só saiu neste compacto e anos mais tarde foi relançada com arranjos diferentes e em versoes ao vivo.
Gal

01 - Sua Estupidez
02 - Zoílogico
03 - Vapor Barato
04- Você Não Entende Nada