26 de set de 2013

FARUFYNO

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O FARUFYNO é formado por:
- Marcelo Kubagawa, que traz no seu violão a levada brazuca e na sua voz a essência da miscigenação.
- Mario Souza Lima comanda o Baixo Elétrico e faz pulsar as veias deste caldeirão musical.
- Marcos Castilha é quem dá o ritmo com sua bateria incessante, que mais parece uma escola de samba, e também assume com louvor os vocais da banda.
- Rodrigo Pirituba trabalha na cozinha deste bar sonoro e, com suas bases percussivas dá o tempero ao caldo que torna este grupo tão intenso e respeitado, trazendo também com suas rimas e vocal, um toque de classe nas composições do grupo.
- Flavio Ferreira é o guitarrista e também um dos vocais, trazendo em seus acordes e boas idéias o encaixe perfeito desta máquina de produzir boa música brasileira.
Com esta formação o FARUFYNO percorre o feliz e suave caminho da boa música. O show conduz o público a uma viagem que ecoa nos bons ouvidos, trazendo o novo e o clássico na mesma bagagem. O FARUFYNO é capaz de misturar o melhor da Música Brasileira com uma levada original e inconfundível. Um show para dançar, elevar a alma e curtir.

O FARUFYNO surgiu em meio a redescoberta do Samba-Rock em São Paulo. Na década de 90, toda uma geração de jovens passou a cultivar gêneros musicais mais marcadamente brasileiros e de forte influência regional. Em São Paulo e Rio houve uma grande revalorização do Samba-de-Raiz e seus derivados mais modernos e cosmopolitas (como o Samba-Funk, o Samba-Soul, e o Sambalanço).
Se por um lado, a banda resgata composições de autores e artistas como Osvaldo Nunes, Originais do Samba e Wilson Simonal, por outro lado ela busca incluir composições menos óbvias dentro do contexto do Samba-Rock, como Chico Buarque, Pepeu Gomes e Mutantes. Além disso, muito mais do que uma “banda-tributo”, oFARUFYNO propõe uma leitura mais atual com suas composições próprias, que lançam influências que vão do rock psicodélico ao rap, passando pelos afro-beats e a jovem-guarda.

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Clique e baixe na faixa o CD
Olho Vivo

http://www.farufyno.com.br/


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25 de set de 2013

Os Opalas

Mais uma super banda do groove, Sambarock nacional que libera seu trabalho de forma livre, vale por demais o confere!

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A banda Os Opalas tem por missão difundir a música brasileira, mundialmente respeitada por sua alta qualidade e variedade rítmica, destacando em seus shows as composições autorais e as releituras clássicas do samba rock. Biografia Fundada pelo batera Américo Rodrigues, a banda completou seus 10 anos de estrada em 2012. Neste ano, o lançamento do álbum ‘Mistura Cultural’, combina os estilos groove, soul, reggae, jazz, afrobeat e os transforma em combustível para a produção de canções autorais. Para o quarteto, o momento reflete ser a nova geração da música suingada brasileira.

O repertório dos shows mescla sucessos de grandes intérpretes brasileiros como Luís Vagner, Jorge Benjor, Branca di Neve, Marku Ribas, Tim Maia, com as músicas autorais, “Mistura Cultural” , “É pra dançar”, “4:20” e por aí vai.
Curta e compartilhe sem moderação!

Twitter: @osopalas
Soundcloud: https://soundcloud.com/osopalas
Youtube: http://www.youtube.com/bandaosopalas
Myspace: http://www.myspace.com/osopalas
Palco MP3: http://www.palcomp3.com/osopalas

 

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Mistura Cultural

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Aproveite e baixe também o CD
Nossas Origens

http://www.osopalas.com/


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Salve, salve a todos!

Show de bola o que fez o Sandália de Prata, disponibilizou sua discografia inteira para baixar, são 3 discos e vale a pena adicionar a sua biblioteca!

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CD Sandália de Prata – 2006

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Em 2006 a banda lançou seu primeiro CD, homônimo, com composições da vocalista Ully Costa em parcerias com os compositores Luciana Simões, Ale Muniz e Marquinhos Dikuã. Como o disco tinha apenas 5 faixas foi comparado aos antigos compactos de vinil de 7 polegadas e por isso teve uma tiragem limitada na qual o CD vinha encartado em uma capa semelhante às dos antigos disquinhos.

CD Samba Pesado – 2009

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Em 2009 saiu o segundo disco, “Samba Pesado”, com produção e arranjos da própria banda e que traz a participação especial de um dos grandes nomes do balanço nacional, o “guitarreiro” Luis Vagner, que cedeu uma composição inédita para o grupo. As 12 faixas de “Samba Pesado” passeiam pelo samba-rock, gafieira e partido alto, com temperos de jazz, soul e rap. No palco, toda essa mistura vira um animado baile, com direito a muito suingue e arranjos refinados. Apesar de toda a mistura de sonoridades, o disco rendeu ao grupo uma indicação ao Prêmio da Música Brasileira 2010 (antigo Prêmio Sharp e Tim) na categoria “ Melhor grupo de samba”.

CD Desafio ao Galo – 2011

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O samba continua como coluna vertebral no esquema rítmico, em vertentes como o samba-rock ou a gafieira, mas, para o ouvinte atento, fica cada vez mais clara a diversidade de influências e sonoridades presentes no som da banda, com acentos de latinidades, jazz, pegadas de soul music e até mesmo de blues.

O disco conta com a participação especial de Elza Soares, parceira habitual da banda e que canta em dueto com a vocalista Ully Costa na faixa Quem sabe, sabe (Lino Krizz). A banda também decidiu incluir uma releitura de O Cravo brigou com a rosa, composição de 1969 de Jorge Benjor, gravada originalmente por Claudete Soares.

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Arquivo

http://www.sandaliadeprata.com.br


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Boas novas, disco invocado, alias segundo disco da banda Bixiga 70, Afro-funk, Beat, Groove and mores! o confere é mais que garantido é certo!  Abraço a rapaziada do Bixiga pelo trampo e quam quiser comprar, ouvir ou baixar, visite o site site oficial da banda.”

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Foto: Nicole Heiniger

A música é instrumental mas o discurso é claro. Bixiga 70 chega chegando ao segundo disco: o groove ficou mais pesado; guitarras e teclados agora estão na linha de frente junto com os metais; bateria, baixo e percussões impulsionam os arranjos sem massagem; a ira se espalha pelos timbres, pelas linhas melódicas, pelos riffs – a temperatura subiu geral. Terreiro, Jamaica, dinâmicas jazzísticas, Pará, Etiópia e um clima de “blaxploitation à brasileira” se misturam com equilíbrio. A influência do afrobeat – supracitada nas boas críticas do primeiro disco, de 2011 – agora se dilui num mar de referências e o som alcançado identifica a banda como uma impressão digital. A África, afinal, é o mundo inteiro.

O trompete que chora no solo de “Deixa a Gira Girá” (ponto de candomblé, já adaptado pelo trio baiano Os Tincoãs, em 1973); a bateria que demole qualquer tropa de choque em “Ocupaí”; a guitarra que insinua um certo mistério em “5 Esquinas”; o sintetizador que evoca o futurismo em “Kriptonita”; o lamento coletivo na saideira, “Isa”; tudo parece reverberar a frequência que tomou as ruas do Brasil em junho de 2013 – mês em que a banda finalizou este segundo disco, com produção de seus integrantes e mixagem de Victor Rice. O processo de composição coletivo no estúdio e o entrosamento afinado em turnês azeitou – ou melhor, “vinagrou” – a química.

A 13 de maio reflete junho de 2013. É no número 70 da rua mais famosa do Bixiga que a banda ensaia e grava, na sede do estúdio Traquitana, mesmo endereço que, uma vez por ano desde 2007, vê as ruas tomadas para a realização do Dia do Graffiti – mais um exemplo de evento que ocupa as ruas de São Paulo com programação cultural gratuita, ao ar livre. Rua. Ocupação. Música. Não é só no mapa de São Paulo que o Bixiga fica ali colado na Liberdade. Avante!”

Ramiro Zwetsch / Radiola Urbana / Junho de 2013

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Gravado no estúdio Traquitana entre 13 e 17 de maio de 2013.
Produzido e arranjado por Bixiga 70.
Gravado por Evaldo Luna, Junior Zorato, Betinho.
Mixado por Victor Rice no estúdio Copan.
Masterizado por Fernando Sanches no estúdio El Rocha.
Foto: Nicole Heiniger
*Deixa a Gira Girá – adaptação do arranjo da faixa de mesmo nome do disco “Os Tincoãs” (1973).

Décio 7 – bateria;
Marcelo Dworecki – baixo;
Cris Scabello – guitarra;
Mauricio Fleury – teclado e guitarra;
Rômulo Nardes – percussão;
Gustavo Cecci – percussão;
Cuca Ferreira – sax barítono;
Daniel Nogueira – sax tenor;
Douglas Antunes – trombone;
Daniel Gralha – trompete.

bixiga70.com
traquitana.or


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Sábado é dia de abrir o Arquivo do Samba Rock na Webradio Balanço, para relembrarmos dos bailes da antiga onde as equipes tocavam as "balas" e a rapaziada trançava os bracinhos sem parar.
E também para curtirmos os sucessos da atualidade.

Não percam.
À partir das 21hs na http://webradiobalanco.com/
Ouça também através do player na página da Webradio Balanço no Facebook
Nos links alternativos: Original Funk Music Ou em seu celular, via aplicativo Tune In.

Vale o confere! Ouçam em:
http://webradiobalanco.com/

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Mais um disco sensacional do mestre da pilantragem de 1966, muito swing e grandes participações nas composições, vale o confere, este disco andou pelo blog e caiu por culpa de forças maiores.

Bom é isto ai, aproveite que o material é raro e finíssimo!

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1 Vento de maio
(Gilberto Gil - Torquato Neto)
2 Meu limão, meu limoeiro
(Folclore)
3 Carango
(Nonato Buzar - Carlos Imperial)
4 Minha namorada
(Carlos Lyra - Vinicius de Moraes)
5 Sem você eu não vivo
(Cassiano)
6 Enxugue os olhos
(Chico Feitosa - José Guimarães)
7 Maria
(Ary Barroso - Luiz Peixoto)
8 A formiga e o elefante
(Nonato Buzar - Carlos Imperial)
9 Mamãe passou açúcar em mim
(Carlos Imperial)
10 Franqueza
(O. Guilherme - Denis Brean)
11 Tem dó
(Baden Powell - Vinicius de Moraes)
12 Samba do Mug
(José Guimarães - Wilson Simonal)

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Mais um disco espetacular, bem pegado no Sambajazz, alias com participações de Erlon Chaves, Eumir Deodato e tantos outros, com certeza vale o confere!

Wilson Simonal – S’imbora (1965)

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Boas energias,

Voltando a seguir com os discos do mestre hoje um de 1964, disco importante para o movimento do SambaJazz, com certeza marcou uma época brilhante da mistura do bom e velho jazz com o nosso samba.

Wilson Simonal - A Nova Dimensão Do Samba (1964)

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1 Nanã – Wilson Simonal – (Moacir Santos & Mario Telles) (2:55)
2 Mas Valia Não Chorar – Wilson Simonal – (Normando & Ronaldo Boscoli) (3:16)
3 Lobo Bobo – Wilson Simonal – (Carlos Lyra & Ronaldo Boscoli) (3:14)
4 Só Saudade – Wilson Simonal – (Tom Jobim & Newton Mendonça) (2:54)
5 Ela Diz Que Estou Por Fora – Wilson Simonal – (Orlandivo) (1:42)
6 Samba De Negro – Wilson Simonal – (Roberto Correa & Sylvio Son) (2:54)
7 Jeito Bom De Sofrer – Wilson Simonal – (Wilson Simonal & Jose Luiz) (2:31)
8 Ela Vai, Ela Vem – Wilson Simonal – (Roberto Menescal & Ronaldo Boscoli) (2:16)
9 Rapaz De Bem – Wilson Simonal – (Johnny Alf) (2:56)
10 Inútil Paisagem – Wilson Simonal – (Tom Jobim & Aloysio de Oliveira) (2:37)
11 Consolação / Samba Do Avião / Ela É Carioca / Garota De Ipanema – Wilson Simonal – (Baden Powell, Vinicius de Moraes & Tom Jobim) (4:16)

 

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Quinteto X é um grupo italiano (com sede em Bari) composto Anton Giulio Galeandro (flauta), Francesco de Giosa (elétrico e violão), Piero Vincenti (piano e fender piano), Marcello Piarulli (baixo elétrico e baixo) e Fabio Accardi ( bateria). É um dos projetos produzidos pelo professor Nicola Conte , (também produtor de grupos como o Balanço , Fez Combo ou Intensive Jazz Sextet ) e uma das repercussões mais internacionais foram, divulgando os italianos rótulo esquema Records. Sua música é uma fusão de bossa nova com jazz e funk, resultando em, como o título de seu primeiro e único álbum, uma releitura do tradicional bossa nova, trazendo-o mais próximo ao som de jazz ácido. É, sem dúvida, um dos mais memoráveis ​​nos últimos anos, um clássico essencial, infelizmente, não parece manter-se ativa. Tendo recebido reconhecimento internacional com o seu single de estréia, X Quinteto editado esquema Novo da bossa no Outono de 1995 em esquema Grava um subselo de Ishtar , que começou sua carreira naquele momento. Neste magnífico álbum com a colaboração de Derek Bannock (trompete), Matt demérito (sax tenor), Chris Strain (sax tenor), Enzo Falco (percussão) e as vozes de Rosalia De Souza (que estréia anos após a lado, precisamente a partir de Nicola Conte , com Garota moderna ), Cinzia Farsi , Mariella Carbonara e Tiziana Felle .
Tradução via Google Translate a partir do site: http://lnx.indajaus.com/acidjazzhispano/content-177.html

Esse album é o precursor do novo Samba-Rock (New Bossa, Eletro-Bossa, Nostalgia Moderna)
ou como preferirem chamar, mas também conta com muito groove na sua seleção de faixas, aparentemente o grupo está inativo.

Tracklist:
01 Meu Desespero (Copa Version)
02 Esquema Da Bossa
03 Senza Paura
04 Luce Del Sud
05 Tania
06 Blues For B.G. Jackson
07 Ocean Of Life
08 C'e' Piu' Samba
09 Ceu Azul
10 Eumir
11 The Jody Grind
12 Freio Aerodinamico
13 Grande Chuva

Link do Arquivo


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Boas a todos, iniciamos hoje a caça ao tesouro do mestre Simonal, vou tentar colocar toda discografia do mestre aqui, inicio com os discos de carreira e lá no final a infinita lista de compactos, acredito que assim como Jorge Ben Simonal é a identidade do nosso Sambarock, portanto vamos aos trabalhos.

Um pedaço via Wikpedia da sua bio, mas nem tudo é o que esta escrito, qualquer duvida consulte nossos outros posts para refletir.

Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938 — São Paulo, 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970, chegando a comandar um programa na TV Tupi, Spotlight, e dois programas na TV Record, Show em Si... Monal e Vamos S'imbora, e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa anglo-holandesa Shell.

Cantor detentor de esmerada técnica e qualidade vocal, Simonal viu sua carreira entrar em declínio após o episódio no qual teve seu nome associado ao DOPS, envolvendo a tortura de seu contador Raphael Viviani. O cantor acabaria sendo processado e condenado por extorsão mediante sequestro, sendo que, no curso deste processo, redigiu um documento dizendo-se delator, o que acabou levando-o ao ostracismo e a condição de pária da música popular brasileira.
Seus principais sucessos são "Balanço Zona Sul", "Lobo Bobo", "Mamãe Passou Açúcar em Mim", "Nem Vem Que não Tem", "Tributo a Martin Luther King", "Sá Marina" (que chegou a ser regravada por Sérgio Mendes e Stevie Wonder, como "Pretty World" ), "País Tropical", de Jorge Ben, que seria seu maior êxito comercial, e "A Vida É Só pra Cantar". Simonal teve uma filha, Patrícia, e dois filhos, também músicos, Wilson Simoninha e Max de Castro.

Wilson Simonal – Tem Algo Mais 1963

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Salve a todos do Sambarock, como de costume vamos papear um pouquinho, hoje vamos colocar um disco muito importante do cenário brasileiro, trata-se de UM PIANO SOBE O MORRO do JOÃO ROBERTO KELLY, não conhece? então ouça este vídeo e logo identificará, alias a faixa foi regravada pelo grupo Exaltasamba “nestes tempos modernos do Samba”, a idéia é contar um pouco a historia deste grande musico e seu espetacular piano.

Abaixo um trecho da sua biografia:

Nasceu no bairro da Gamboa, no centro do Rio de Janeiro e é filho do professor, escritor e jornalista Celso Octávio do Prado Kelly e de Luzia Kelly.
Aos onze anos, começou a aprender piano com a mãe e com a avó. Mais tarde, estudou música e piano com a professora Zélia Lima Furtado no Conservatório Brasileiro de Música. Cursou o primário, ginásio e clássico no colégio Padre Antônio Vieira. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro.

Um de seus grandes sucessos é Dança do bole-bole, gravada pelo próprio autor e pelos conjuntos Sambrasil e Vem Que Tem. A Banda do Canecão gravou de sua autoria várias músicas, dentre elas Maria Sapatão.

Entre as décadas de 1970 e 1980, percorreu mais de cem localidades do Rio de Janeiro com o espetáculo Rio dá samba - Kelly e mulatas, patrocinado pela Caderneta de Poupança Morada. Por essa mesma época, apresentou vários shows em diversas capitais brasileiras como Brasília, São Paulo e cidades do exterior. Apresentou-se também em espetáculos nos teatros João Caetano, Teatro Municipal de Niterói e Teatro Villa-Lobos.

Fonte e muito mais conteúdo!

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A Turma Da Pilantragem

A melhor definição deste disco e estilo encontrei na biografia do grande Pai disto tudo, Wilson Simonal.

Neste ano, lançou mais dois compactos em abril e maio de 1966, sendo que o segundo, "Mamãe Passou Açúcar em Mim", gravado para a trilha sonora do primeiro filme d'Trapalhões (Na Onda do Iê-iê-iê) e com a banda The Fevers acompanhando o cantor, estourou nas rádios e foi o maior sucesso de Simonal até então. Na onda desse novo sucesso, em agosto de 1966, Simonal firma uma parceria com o Som Três, formado por Toninho na bateria, Sabá no baixo e César Camargo Mariano no piano, para que o grupo o acompanhasse na carreira solo e no seu futuro programa que deveria estrear ainda aquele ano. A ideia de Simonal e César Camargo Mariano era misturar bossa nova, samba, a nascente música soul americana, o jazz, a música de protesto e o rock que se fazia por aqui na época sem perder a qualidade, mas fazendo um som que eles definiam como "mais comunicativo", isto é, que se comunicasse melhor com as massas do que a bossa nova. Este novo som seria chamado futuramente de pilantragem, uma mistura de samba, iê-iê-iê e soul, constituindo-se em verdadeiro movimento, capitaneado por Wilson Simonal, Carlos Imperial e Nonato Buzar.

O Som Da Pilantragem Vol. 2  1969

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Drums – Hermes Mailton, Victor Manga
Electric Bass – Sergio Barroso
Electric Guitar – Durval Ferreira
Instrumentation By – Antonio Adolfo
Producer – Nonato Buzar
Recorded By – Ary, Célio
Saxophone – Bijú, Juarez, Yon
Trombone – Edmundo Maciel, Manoel Araújo, Raulzinho
Trumpet – Mozarth, Márcio, Wagner (11)
Vocals – Severino Filho

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